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28 julho 2017

Eu assisti: Pretty Little Liars

"... Se eu lhe mostrar
Então eu sei que você não vai dizer o que eu disse
Porque dois só podem manter um segredo
Se uma delas está morta."


No dia 8 de junho de 2010, conhecemos a pacata cidade de Rosewood, que é uma cidade tão tranqüila e intocada que nunca se adivinharia que detém tantos segredos. Alguns dos piores pertencem a quatro amigas chamadas Spencer Hastings, Aria Montgomery, Hanna Marin e Emily Fields, cujos segredos mais sombrios e escuros estão prestes a ser desvendados.

O seriado Pretty Little Liars é uma série de televisão norte-americana baseada na popular série literária de mesmo nome escrita por Sara Shepherd. A série é protagonizada por Troian Bellisario, Ashley Benson, Lucy Hale, Shay Mitchell e Sasha Pieterse. Ganhou por 5 vezes consecutivas o Prêmio Teen Choice de Melhor Série de TV – Drama.

A primeira temporada foca no retorno de Aria, depois de um ano, retorna à pacata cidade... E encontra as três outras amigas Hanna, Emily e Spancer que tinham uma amiga em comum Alison, a “abelha-rainha” de seu grupo de melhores amigas, desapareceu misteriosamente, sem deixar rastros. Alison as fez acreditar que seus segredos as uniriam, mas acontece justamente o contrário. Parece que todos na cidade de Rosewood estão mentindo sobre algo principalmente com o mistério em torno do desaparecimento de Alison


Isso se chama imortalidade, minhas queridas.

O grande mistério de Pretty Little Liars se dá pelo suposta morte de Alison, a “abelha-rainha” de seu grupo de melhores amigas, que desapareceu misteriosamente, sem deixar rastros. 

As meninas Spencer Hastings, Aria Montgomery, Hanna Marin e Emily Fields, se encontram na Missa de 1 ano de desaparecimento de Alison. A partir desse dia, quando todas estão “juntas” novamente, as meninas começam a receber mensagens de “-A”, contendo coisas que apenas Alison sabia, o que as faz pensar que a ex-melhor amiga ainda estaria viva, além de várias ofensas às garotas. Mas não poderia ser Alison, poderia? Com o decorrer da série, são apresentados vários suspeitos. Quem quer que seja, ele(a) parece saber todos os segredos das meninas e está observando cada um de seus movimentos. As meninas são amigas novamente, e elas estarão uma com a outra quando os seus segredos vierem à tona.

O cenário é o cotidiano mostrando os personagens Spencer Hastings, Aria Montgomery, Hanna Marin e Emily Fields o seu núcleo social (escola, família, parentes...) vivendo a sua rotina. E o personagem onipresente que intitula-se de -A que sabe de todos os segredos tanto das personagens  principais quanto dos seus familiares e está prestes á revelar.

Eu ainda estou aqui, vadias. E eu sei de tudo. -A
O protagonismo de Sasha Pieterse nas primeiras temporadas se dá, pelos flashbacks quando era "abelha rainha" na escola e  quando causava na pequena cidade de Rosewood e pelas memórias que o grupo de amigas compartilham. Com o retorno de Alison o telespectador fica um pouco confuso... com uma Alison assustada e um possível rendimento das suas maldades de quando era uma garota popular (A protagonista não convence parece estar sempre mentindo... ). 

A 5° temporada é a mais cansativa por conta das "mentiras reveladas" que o telespectador ja desconfia de alguma dessas mentiras... A grande maldade são as falsas lembranças que são implatadas nas  então crianças e as mentiras acabam gerando outras mentiras mais cabeludas... Sim, eu já suspeitava que seria -A (ou o grupo -A) alguns episódios te dá algumas dicas...

Confesso que, eu não estou tão aprensiva para ver a 7° temporada de Pretty Little Liars quanto eu estava para ver as temporadas anteriores... Acontece


AVALIAÇÃO
⭐⭐⭐⭐⭐

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24 junho 2017

Filme:A Menina do Chalé – ( Chalet Girl)




Kim, uma jovem de 19 anos, costumava ser campeã de skate, mas agora está presa em um emprego que odeia para ajudar seu pai, após a trágica morte da sua mãe. Porém, uma oportunidade surge, e ela é enviada para trabalhar em um chalé, na Áustria, onde encontra uma chance de ganhar dinheiro com o prêmio de uma competição de snowboarding.

Depois que eu terminei a maratona de Gossip Girl eu gosto de ver os filmes que os atores da série participaram. O que me fez assistir A garota do Chalé foi o ator Ed Westwick (Chuck Bass - gossip girl) que faz um personagem muito querido diferente da série e por estar disponível no Netflix.


O filme A garota do chalé é uma comédia romântica bastante clichê. Seria um filme ideal para a "sessão da tarde" um filme despretensioso de passar alguma mensagem para o grande publico. Um filme ideal, para ficar debaixo das cobertas comendo pipoca.

O enredo do filme já é contado "nos créditos iniciais" que faz o telespectador ficar um pouco confuso com a história que esta sendo contada. A trama começa com a A Kim (Felicity Jones – A Teoria de Tudo) trabalhando em uma lanchonete uma ex- campeã de skate que perder a mãe se sente culpada e desiste de tudo,ajuda seu pai, mas o dinheiro que ganha na lanchonete é pouco.

Então, Kim é contratada para trabalhar em um local para ricos. Ganhando muito dinheiro. No começo, kim sente diferente e é tratada diferente de todos. Mas, logo começa a agir da mesma forma que as outras pessoas. Quando começa a aprender snowboard não fica especificado o ataque de pânico que tem toda vez que está nas alturas e nem o porquê


Apesar de ser uma comédia romântica bastante clichê. Eu Enquanto telespectadora  senti que as tramas ficaram um tanto "jogadas" o trauma da Kim podia ser mais explorado trabalhado com mais calma. O final é clichê como em toda comédia romântica.


A Kim (Felicity Jones – A Teoria de Tudo) foi muito irritante. Ela julgava todo mundo com o olhar. Depois se deixou levar por aquele modo de vida. Já não mandava dinheiro para casa. Mesmo que pensasse diariamente em seu pai. Dava para perceber que estava se envolvendo completamente naquele mundo. Um na qual ela desde o começo afirmava não fazer parte. Desde a entrevista já sabia que não pertencia aquele local. A atriz é muito fraca para ser a personagem principal, ela não conseguia passar alguma emoção. Principalmente quando falava sobre a sua mãe. Ou quando pensava nela. Mas, não conseguiu me tocar. Não conseguia ficar triste pela a sua perda nem nada no estilo. 


O Jonny (Ed Westwick – Gossip Girl) aparece em poucas cenas do filme infelizmente. Como aquele príncipe encantado que irá salvar a princesa. O único problema é que está noivo de outra menina. Aquele personagem bem clichê. O Ed tentou mostrar o personagem como alguém legal, ele combina perfeitamente no papel de menino rico. Pela atriz ser muito fraca, o casal não teve química e o romance dos dois não me convenceu. Sei que outros filmes abordam o mesmo estilo de temática. Ainda assim conseguem tornar tudo mais aceitável. Enquanto, nesse caso não convenceu nenhum pouco. 

Não foi somente o romance dos dois que não me convenceu. Os demais também não faziam sentido: O do Jonny com sua noiva era muito seco. Não parecia ter química entre eles. Tinha tudo para ser muito fofo, mas não foi adiante; o dos pais do Jonny também parecia muito estranho e o romance da “amiga” da Kim também foi mal trabalhado. Um dia resolveu que realmente amava o homem e correu atrás dele... 

Por fim, os secundários que eram irritantes demais. O único que se salvava no meio deles era o competidor que ajudava a Kim. Ele era engraçado demais. Ele tentando competir foi bem divertido. Ele trazia uma leveza ao filme. Sem contar que foi essencial para ajudar Kim a superar os seus medos. Em alguns momentos eu acabava torcendo para que ficassem juntos. Justamente pela a amizade que conseguiram criar. A força que um estava dando ao outro. Para enfrentar seus medos e receios. Tinha tudo para dar certo. Se for pensar no final acabou dando certo mesmo. Mas, não da forma que eu queria.


Para quem gosta de romance bem leve essa é uma pedida. Mas, não espere muita coisa do roteiro. Acho que vale a pena assistir se você quiser ver algo despretensioso de passar alguma mensagem para o grande publico. Um filme ideal, para ficar debaixo das cobertas comendo pipoca...

★★★★☆

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16 junho 2017

Seriado: Gossip Girl: A Garota do Blog

Olá galera do Upper East Side! Garota do blog na área.
Sua primeira e única fonte de informação por dentro
da vida da elite escandalosa de Manhattan!



No dia 19 de setembro de 2007, Serena Van der Woodsen retorna de sua estadia de um ano no colégio interno. Serena, esconde seu passado com envolvimentos em drogas, sexo e bebidas e tenta mudar de comportamento e ser uma boa garota.

O seriado Gossip Girls é baseada na série literária homônima da escritora Cecily von Ziegesar, não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social. O autor Josh Schwartz e Stephanie Savage (dos mesmos criadores de OC- um estraho no paraíso), continuam apostando alto para marcar o seu nome história como ícone pop e como referência cultural. E a ser, sem querer, analogia involuntária para a vida.

O cenário é o cotidiano, mostrando os personagens o seu núcleo social vivendo a sua rotina. Toda ficção começa com a chegada de alguém... 

Nesse caso, O retorno.


A primeira temporada foca no retorno de Serena ao Upper East Side, no mistério sobre o que a fizera partir e por que está tentando mudar de garota rebelde para uma boa garota. Os acontecimentos e histórias de cada personagem são narrados em um site por uma blogueira anônima que atende pelo pseudônimo "Gossip Girl". 

Gossip Girl narra os escândalos de Serena e seus amigos desde a oitava série de Serena, quando a garota ficou com seu vestido branco todo molhado dentro de um avião na viagem de excursão da escola. Desde então, Serena virou a vitima preferida de "Gossip Girl".



Apesar de Serena Van der Woodsen ser considerada uma das garotas mais bonitas da cidade e de muita influência, o seu mundo estava tumultuado com a "nova Serena" que ela queria ser... O protagonismo de Serena Van der Woodsen se dá, pelas coisas que a Gossip Girls escreve sobre ela. A sua ex amiga Georgina Sparks também fala nos primeiros episódios um pouco mais sobre a "antiga Serena" o que deixa o telespectador um pouco confuso... Pois, a atriz Blake Lively não convence na personagem de Bad Girl.


Blair Waldorf tem uma altura mediana, longos cabelos castanhos e sua beleza não se compara à de nenhuma outra dama, assim como seu veneno. Ela veste as melhores roupas, é arrogante, incrivelmente inteligente e determinada, é perfeccionista em tudo que faz, não mede esforços para conseguir o que quer e não importa-se em pisar em qualquer um que cruzar seu caminho e mostrar-lhe o quanto é superior. Assim, Blair preenche todos os requisitos de vilã do seriado. 

Blair é membro importante da alta sociedade de Manhattan e seu poder e influencia como "Queen B" recai sobre todos os colegas da escola. Sua ambição na vida é entrar na Universidade de Yale e tornar-se uma mulher poderosa e influente, para isso Blair coleciona impecáveis notas na escola, zela sua castidade e não reluta em ser uma líder-nata. Embora tenha nascido como elite em Manhattan, todas as suas conquistas são resultados de seu esforço e dedicação, embora muita vezes Blair use de artifícios cruéis para chegar aos seus objetivos. É uma garota que está sempre competindo com sua melhor amiga Serena.


Blair tem um conhecimento aguçado sobre moda, cultura e historia. É uma intelectual sofisticada e uma chantagista de mão cheia. Nunca entra em uma guerra para perder, e sempre garante que seu inimigo jamais se esqueça de quem ela é. Seu quote preferido é "A melhor defesa é um bom ataque", seu filme preferido é Bonequinha de Luxo. Blair também é bulímica e embora seu tratamento tenha ótimos resultados, podemos ver em alguns episódios algumas recaídas.


Em um grupo de adolescentes ricos não poderia faltar um personagem como Chuck Bass. Órfão de mãe e seu pai não lhe dá a mínima atenção e por isso Chuck não consegue demonstrar sentimentos, o que atrapalha sua relação com Blair Waldorf, por quem se descobre apaixonado. Boêmio e mulherengo, sua frase favorita é "Eu sou Chuck Bass"


Ele e Blair ganharam o público e se tornaram o casal favorito da série ganhando o #Chair. Apesar do relação complicada com Blair, ele quase a pede em casamento. Entretanto, o relacionamento dos dois é cheio de idas e vindas por causa do lado sombrio de Chuck. Blair e Chuck não se completam, são imperfeitos e se encontram em seus defeitos. Em muitos momentos, são detestáveis, até você se ver torcendo pelos dois. A idéia do casal que começou do pó e por muito tempo assim permaneceu conseguiu me prender. O romance é o imã da série. Foi ainda melhor acompanhar o crescimento de ambos os personagens, conforme as temporadas iam se passando, e poder compará-los do primeiro ao último episódio.


O Nate é o personagem menos instigante da Série... Rico, bonito, popular e jogador de lacrosse. Sua mãe é uma socialite e seu pai é um ex-capitão da Marinha. Desde sempre, foi namorado de Blair. Os seus relacionamentos amorosos desde então são desastrosos... Seu hobbie favorito é correr no central park com o seu pai. O "pobre garoto rico" Ele e Chuck Bass são melhores amigos e, por serem filhos únicos, cuidam um do outro e se tratam como irmãos.

Dan não é popular, é bolsista, um escritor talentoso e não faz questão de se enturmar. É conhecido como o "garoto solitário". É irmão de Jenny "pequena J " e mora com o pai no Brooklyn. Sonha em ir para a Universidade de Darthmount e se tornar um escritor. É o melhor aluno de sua turma, é amável com todos e sempre tenta fazer o certo e o bem. Dan tem o dom de ver o lado bom das pessoas, e de ajudá-las a ver a si mesmas como pessoas melhores. Sempre responsável e pé no chão, Dan despreza o estilo de vida fútil dos colegas mauricinhos, mas mantém-se apaixonado desde a infância pela garota popular Serena van der Woodsen, mesmo que ela nem saiba que ele exista. 


A sua irmã Jenny  "pequena J" é o seu oposto, ela não despreza o estilo de vida fútil das colegas e acaba enfrentando alguns problemas para se enturmar. 

Jenny é determinada e não desiste fácil do que quer. E o que ela quer é ser popular como Blair Waldorf. Com sua habilidade na máquina de costura, Jenny embora pobre, customiza suas roupas e consegue chamar a atenção de Blair. De inicio Jenny ambiciona apenas ser notada por Blair e ser sua amiga, mas no decorrer da séria Jenny vai mais além, e chega a destronar Blair e ser rainha, ainda que por um período muito breve. Se mostrando tão esperta e venenosa quanto a prórpia Queen B., Jenny torna-se inimiga de Blair e disputa de igual para igual o posto de rainha da escola. Nessa disputa Jenny percebe o quanto está se tornando uma pessoa ruim e esta decepcionando seu irmão e pai. Então Jenny percebe que não vale a pena perder seus valores apenas para ser igual a Blair e desiste.

Dan vê sua vida mudar quando Serena também se apaixona por ele. Como o novo namorado de Serena, Dan entra definitivamente nas tramas escandalosas dos moradores do Upper East Side, fazendo amizade com o amável Nate Archibald e criando inimizade com a venenosa Blair Waldorf e o desprezível Chuck Bass. Devido as complicações do passado de Serena eles terminam, mas Dan agora é também alvo da Gossip Girl e embora ele sempre demonstrasse desprezo pela obsseção por popularidade e notoriedade dos colegas de escola, ele passa a ser tão popular quanto eles. 


Dan passa a ter todos os requisitos para ser membro efetivo do Upper East Side: é amigo do socialite Nate Archibald, namorou a it Girl Serena, namorou uma estrela de cinema e também namora a própria Queen Blair Waldorf, além de desenvolver uma amizade tulmutuada com o herdeiro bilionário Chuck Bass, e além de seu pai Rufus se casar com Lily Van der Woodsen, notável socialite que herda parte das Indústrias Bass. 

Porém, a personagem que narra sobre o cotidiano de jovens estudantes das escolas de elite no Upper East Side de Manhattan em Nova York, acaba se tornando um personagem icônico durante todos os episódios da série. A grande sacada da série foi a frase que o Dan fala nos últimos episódios "Você não é ninguém se não falam de você.", o protagonismo da Serena Van der Woodsen & seus amigos só tinham importância pois a Gossip Girl estava falando e recebendo fofocas sobre os jovens estudantes das escolas de elite no Upper East Side de Manhattan em Nova York.

29 maio 2017

Trilha sonora de "Os dias eram assim..."



No dia em que o Brasil vence a Copa do Mundo de 1970 e se torna tricampeão, o clima de euforia das ruas contrasta com o peso do momento: repressão, ditadura e violência. É nesse cenário que Renato e Alice se conhecem e iniciam uma história de amor.

A musica de abertura que tem o mesmo nome da série Os dias eram assim em determinado momento a letra da música diz “perdoe a falta de amigos, os dias eram assim...” e é uma das musicas que eu desconhecia da Elis Regina.


A trilha sonora nacional da novela Os Dias Eram Assim é um retorno aos anos 70 e 80 com belas canções que contém letras bastante atuais mesmo já se passando quase 30 anos.
Aquele abraço (Gilberto Gil)



Cálice (Chico Buarque e Gilberto Gil)



Índios (Legião Urbana)



Menino do Rio (Caetano Veloso)



Pra Frente Brasil (Coral Joab)



Sangue Latino (Secos & Molhados)



Sociedade Alternativa (Raul Seixas)



Tempo Perdido (Tiago Iorc)



Além desses ainda fazem parte da trilha sonora da novela Os Dias Eram Assim:


  • 20 e poucos anos – Fábio Junior
  • A lua Girou – Milton Nascimento
  • Amor – Secos & Molhados
  • Ando meio desligado – Os Mutantes
  • Atômico Platônico – Vanusa
  • Como vai você – Johnny Hooker
  • Deus Lhe Pague – Elis Regina

    26 maio 2017

    10 motivos para assistir: Gossip Girl -


    A série Gossip Girl é baseada nas famosas narrativas de Cecily von Ziegesar, que conta a vida de um grupo de jovens milionários através dos olhos de uma blogueira que sabe tudo o que acontece em suas vidas, e que é ávida por descobrir e expor qualquer escândalo. Desse modo, acabamos sabendo tudo sobre a intensa rivalidade que há entre Serena e Blair, triângulos amorosos, amigos e inimigos, e tudo o que as mensagens de texto dos celulares podem revelar...Tudo isso a partir da volta repentina de Serena a Manhattan, depois de exilar-se, por vontade própria, em um internato.

    10 MOTIVOS PARA ASSISTIR GOSSIP GIRL


    1. Gossip Girl (Gossip Girl: A Garota do Blog (título no Brasil)), foi uma série televisiva produzida pelo canal norte-americano The CW, baseada na série literária homônima da escritora Cecily von Ziegesar, criada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, os mesmos criadores da série OC - um estranho no paraiso.

    2. Nova York: A série Gossip Girl é uma verdadeira carta de amor à cidade de Nova York. Não cair de amores pela cidade que nunca dorme após assistir um episódio é uma missão impossível-. A série simplesmente te deixa com sede de Nova York. Os diretores capricharam ao apresentar o mundo sedutor e problemático do Upper East Side, mas em momento algum deixaram de lado as outras dádivas da cidade. Para se ter noção, a importância local da série foi tão grande que o então prefeito da cidade chegou a decretar o Gossip Girl Day.


    3. A série mostra o cotidiano de pessoas milionárias de NY. Vai dizer que você nunca teve curiosidade para saber como vivem os ricos? Eu já tive, ainda mais para saber como vivem os filhos dos ricos! Então, parece uma vida bem fácil e mansa, não é? Mas, em Gossip Girl temos Serena Van der Woodsen e Blair Waldorf, sofrendo com a cobrança familiar e lidando com a pressão de maneiras agressivas tanto no ambiente familiar como no escolar. Para muitos o ensino médio pode ser torturante. Procurando uma válvula de escape a Serena bebe demais e sai com todos garotos, não se importando com ninguém e Blair sofre com os distúrbios alimentares (bulimia).


    4. Os meninos também não ficam para trás em Gossip Girl. Chuck Bass e Nate Archibald, sofrem com pressão familiar, mas lidam com isso sendo lindos e charmosos! As fãs vão ao delírio qu"I'm Chuck Bass."ando Chuck usa seu terno xadrez na primeira temporada ou então o seu famoso cachecol. Ou quando ele fala  Ui! Ai, meu santo Bass! Nate é aquele personagem gato e conquistador. Dan Humphrey é um garoto inteligente, nerd, desajeitado, mas charmoso! O garoto tem o seu valor, apesar de não ser o meu preferido.


    5. trilha sonora: Outro forte da série são as músicas. Uma boa trilha sonora é capaz de fazer milagres ou tornar o que já é bom em algo ainda melhor. Foram inúmeras as vezes em que me peguei pensando "essa música é perfeita para essa cena" de tão bem encaixada a mesma estava nos acontecimentos.

    6. Moda não é um assunto no qual eu ouso falar sobre, mas sempre há uma exceção não é mesmo? Os looks da série são de deixar qualquer um babando - até mesmo as atrizes, que mencionaram isso no episódio especial. É cada vestido, roupa, sapato tão lindo!



    7. Blair e Chuck: Apesar de Nova York ser suficientemente atraente para qualquer série ou filme, o que me fez continuar assistindo, temporada por temporada, foi o casal principal: Blair e Chuck. Não me lembro te ter torcido tanto por um casal fictício quanto por esse. Blair e Chuck não se completam, são imperfeitos e se encontram em seus defeitos. Em muitos momentos, são detestáveis, até você se ver torcendo pelos dois. A ideia do casal que começou do pó e por muito tempo assim permaneceu conseguiu me prender. O romance é o imã da série. Foi ainda melhor acompanhar o crescimento de ambos os personagens, conforme as temporadas iam se passando, e poder compará-los do primeiro ao último episódio.


    8. Amizade: De vez em quando, os verdadeiros amigos não são aqueles que você se dá hiper bem em quase todos os momentos. É sabido (principalmente em seriados) que há uma linha tênue entre o amor e o ódio e isso vale para qualquer tipo de relacionamento de anos. É assim que podemos resumir a amizade e a rivalidade entre Serena e Blair. Elas são melhores e inseparáveis amigas, mas vivem brigando – muitas vezes pelos motivos mais bobos. Antes elas brigavam para ver quem era mais popular na escola; agora a briga evoluiu um pouco: briga como crianças para ver quem ama mais a outra. A verdade é que não importa o que desencadeou a guerra, a Serena vai se meter em confusão e a Blair estará pronta para tirá-la da bagunça.


    9. Dan é um queridinho por amar livros como nós. Você vai gostar dele queira ou não, porque ele é fofo, carismático, inteligente, bondoso e gentil.


    10. O casal fofinho que o Dan faz com a Serena é um dos motivos mais que suficientes para ver a  série Gossip Girl.



    E ai, Gostaram dos 10 motivos citados aqui para assistir Gossip Girl?






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    22 maio 2017

    Canção de Segunda: California.... ♫




    " California " é uma música da banda de rock americana Phantom Planet . Foi lançado como um single de seu segundo álbum The Guest em fevereiro de 2002.

    A canção e a faixa receberam a atenção principal quando se transformou a canção do título no programa televisivo bem sucedido O OC - Um estranho no paraiso.


    A canção é sobre dirigir na rota 101 dos Estados Unidos, viajando para ver um concerto. A canção se tornou um hit top dez na Áustria , a Itália , o Reino Unido e República da Irlanda.

    California (tradução)



    We've been on the run                                       Nós estivemos na corrida
    Driving in the sun                                              Dirigindo no sol
    looking out for number 1                                  Cuidando de nós mesmos
    California here we come                                   Califórnia aqui estamos
    Right back where we started from                          Bem aonde nós começamos


    Hustlers grab your guns                                Gungstr carregam suas armas
    Your shadow weighs a ton                             Sua sombra pesa uma tonelada
    driving down the 101                                    Que dirige abaixo dos 101
    California here we come                               Califórnia aqui estamos
    Right back where we started from                Bem aonde nós começamos
                                                               
           
    California!                                                Califórnia!
    Here we come                                          Aqui estamos


    On the stereo                                       No estéreo
    Listen as we go                                    Escutando enquanto nós vamos
    Nothing's gonna stop me now              Nada vai me parar agora

    California here we come                     Califórnia aqui estamos
    Right back where we started from       Bem aonde nós começamos


    Pedal to the floor                                      Pisando fundo
    Thinkin' of the roar                                  Pensando em gritar
    Gotta get us to the show                          Começaremos a nos mostrar

    California here we come                         Califórnia aqui estamos
    Right back where we started from          Bem aonde nós começamos


      

    California!                                                   Califórnia!
    here we come                                               Aqui estamos 

    California!                                                     Califórnia!
    here we come                                                Aqui estamos 

    ooooohhh

    California!California! (4x) 
     Califórnia!California! (4x)

    Here we come  Aqui estamos
    Ooooohhh




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    19 maio 2017

    Seriado: The O.C.: Um Estranho no Paraíso


    No dia 5 de agosto de 2003, Ryan Atwood chegou à Orange County tornado essa série um fenômeno de cultura pop. 

    Os criadores e autores do Teatro Grego foram originais,Eles é que começaram a conduzir os conceitos que nós usamos hoje como dramaturgia. A inspiração era tão nova e entorpecente, que parecia ritualística. Hoje em dia, só repetimos fórmulas, incorporando uma ou outra novidade, outro ângulo, outra perspectiva, que acaba tornando o óbvio menos previsível e o corriqueiro em surpresa. A vida imita a arte e a ficção também. Alguns autores sabem manipular as poucas notas dessa canção... 

    outros nem tanto. 

    Josh Schwartz está no primeiro caso. Por mais carinho que eu nutre por The OC, com um toque de nostalgia... Essa não é a minha série favorita. A série não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social, o moço (o mais jovem showrunner da história) levou a FOX a proposta do show, que não demorou a marcar seu nome na história como ícone pop e como referência cultural. E a ser, sem querer, analogia involuntária para a vida.

    O cenário é o cotidiano, mostrando os personagens o seu núcleo social vivendo a sua rotina. Toda ficção começa com a chegada de alguém. . A rotina sempre representa segurança, sempre se refere à dinâmica que já está estabelecida. Os indivíduos costumam se agrupar entre iguais justamente para tentar preservar a força de seu cotidiano. Se qualquer movimento contrário é feito, deflagra-se uma rede de acontecimentos que atribulam a vida dessas pessoas. É assim na vida e é assim na ficção. Por isso, faz todo sentido que os movimentos desses personagens desestabilizam o mundo em questão.

    As pessoas sempre seguem em suas vidas nessa mesma proporção: cumprindo prazos, hábitos, vivendo no mesmo ciclo. O tremor que bifurca os caminhos vem, quase sempre, de interferências externas.

    O mundo de Sandy Cohen era totalmente monótono. Ryan (o estranho no paraíso...) não era um protagonista soberano. O "protagonismo" era a transformação que a presença dele causou na vida da família Cohen na mesma intensidade com a qual a vida do menino pobre foi transformada. a vida do menino rico Seth também transformou-se com a chegada de Ryan, Seth era fruto de um casamento que nasceu pra transgredir: Sandy era um idealista que se apaixonou por uma “patricinha”. Kirsten, entretanto, tinha vontade de ir contra a correnteza de uma tradição. Os dois se apaixonaram pelo que representavam um pro outro. No início, pode ser sido desbravador, mas logo também passou a ser rotina.Sandy vivia no meio dos ricos achando que nada daquilo o atingia e Kirsten tinha um marido engajado, que ajudava a diferenciá-la de suas vizinhas alienadas. No fim das contas, entretanto, os dois estavam mergulhados na inércia. 


    Seth era o goroto Nerd. Inteligente que era considerado o maior defeito que alguém poderia ter na Escola Harbor. Não era belo o suficiente ou esportivo o suficiente pra ser popular, e para que alguém descobrisse que ele era interessante, antes precisaria se aproximar dele.


    As garotas eram populares. que se ilustravam através da fraqueza pessoal de Marissa e da preguiça intelectual de Summer. Marissa era a típica garota "rebelde sem causa" que tinha aquele vazio clássico de quem não tem problemas de verdade. Já Summer forçava prioridades superficiais por achar que esse era o movimento natural do meio onde estava inserida. Todos eles, sem exceção, só cumprindo um ritual diário.


    Quando Sandy levou Ryan para casa naquele dia a transformação de uma série de anseios e conflitos escondidos que redefiniram aquela sociedade. Sandy foi obrigado a se confrontar com o pouco que fazia e que pensava que era muito, Kirsten precisou ser diferente das vizinhas alienadas na prática e não só na teoria, Marissa ganhou um projeto para se preocupar de verdade, Summer foi obrigada a pensar em mais além de si mesma e Seth ganhou um amigo.

    A possível transformação do Seth "o pobre menino rico" acabou ganhando protagonismo. Pois Ryan se transformou no que aquele solitário menino precisava. Um amigo… Sua vida mudou tanto assim apenas porque ele teve uma coisa que tanta gente não tem nenhum trabalho pra ter: um amigo.


    A partir do momento em que o problemático Ryan Atwood chega à Orange County, a vida dessas pessoas começa a se reconfigurar, mudando não só comportamentos, como também personalidades. E esse foi o grande diferencial de The OC, que em sua Primeira Temporada, surpreendeu o público e a crítica com uma forma mais debochada, irônica e sagaz de fazer televisão para adolescentes.

    Benjamin McKenzie era o rapaz perfeito para o personagem por conta de sua atitude bad boy. Esse era o aspecto mais importante sobre Ryan, que precisava chocar o mundo asséptico de Kirsten Cohen, única personagem com força suficiente para impedir a permanência dele naquele sistema. Uma boa ficção sempre trabalha com opostos, e por isso The OC deu certo tão de cara.


    O primeiro episódio já nos deixa completamente fascinados pela expectativa do que Ryan ia provocar naquela sociedade tão “perfeitinha”. Os preconceitos acerca de todos os personagens foram sendo discutidos e superados, passo a passo. Todos, absolutamente todos os personagens, não sabiam nada uns sobre os outros. Até a chegada de Ryan, Sandy achava que nenhum membro do clã Newport Beach valia a pena de se ter uma conversa. O terremoto que o garoto provocou quando chegou, aproximou Sandy de Jimmy. Antes de Atwood, Kirsten não sabia nada sobre o filho, nada sobre a própria capacidade de superar sua origem cristalizada. Essa flexibilidade lhe permitiu se aproximar de Julie. Marissa e Summer nem mesmo eram amigas de verdade, porque foi só com a chegada de Ryan que elas precisaram fortalecer esses laços.


    A primeira temporada da série com uma linha de narração de dar inveja a qualquer novelão, mas se salvando do lugar comum com um texto e uma trilha sonora espertíssimos. Confirmou seu sucesso. 

    O primeiro ano foi tão intenso, que parecia impossível ter pra onde seguir no ano seguinte. O Season Finale do show, com a sentida partida de Ryan, foi tão catártico que visto novamente, até hoje, emociona. E por uma razão muito simples: numa tacada de mestre, Josh Schwartz passou um ano bagunçando o mundo dos ricos para que quando a ameaça de voltar com Ryan pra seu lugar chegasse, a perspectiva daqueles personagens de retomarem sua rotina apática, os devastaria. 


    Kirsten se transformou em mãe de Ryan em diferentes episódios com amor totalmente desinteressado, nos transmitindo toda a dor/ alegria de ver transformações tão positivas. Por mais sofrimento que a chegada de Ryan pudesse ter provocado, nada foi tão forte quanto os sentimentos de afeto sincero que esse evento deflagrou na vida daqueles personagens.

    Então chegou a Segunda Temporada e alguns padrões começaram a se confirmar. O primeiro deles era o de que a série estava disposta a tudo. O curioso é que muitos desses padrões transformaram a Mischa Barton como antagonista com a sua "rebelde sem causa" Marissa Coper. 


    O interesse romântico do herói costuma ser problemático mesmo, mas nunca foi tão transgressor quanto Marissa era. Além de mentir, roubar e se drogar, ela começou o segundo ano da série tendo uma experiência lésbica. Isso arrepiou os cabelos da FOX na época, que logo tratou de exigir mudanças, mas ainda assim, já estava feito e já era sacramentado: The OC era diferente, era realmente ousada...


    Marissa, entretanto, vinha confirmando outro padrão que acabou se tornando uma garota problema: ela precisava de “projetos” novos o tempo todo, para sentir-se viva. Na primeira temporada foi Oliver, na segunda foi Trey e na terceira, Johnny. Enquanto o roteiro tentava explorar o casal separadamente... Na minha humilde opinião o casal Ryan& Marissa não tinha uma quimica como casal... Apagando muitas vezes o casal Seth&Summer que foram um casal super fofinhos nas duas ultimas temporadas.

    A segunda temporada de The OC foi uma trilha-sonora muito rica. Com bandas se apresentando ao vivo no Bait Shop, de universo nerd (com o Comic Book “Atomic County”) e de tiradas de referência. Seth e Summer irritaram um pouco no triângulo interminável com Zack, mas o ótimo texto de Josh e seu time salvava a série da irrelevância. Momentos como o do “beijo do Homem-Aranha” foram responsáveis por impedir qualquer crítico de não reconhecer a nova linguagem proposta pelo show.


    A série renovou a procura por clássicos de cinema e literatura, recebeu convidados de peso, ironizou com o mercado e fez piada de si mesma com a impagável The Valley. A trilha sonora com as canções arrebatadoras que tocavam em cada episódio.

    No primeiro episódio da série, os roteiristas já tinham consciência de qual seria o fim mais provável da personagem Marissa. Na segunda temporada, Marissa se transformou como catalisadora das maiores tragédias do enredo. Ao mesmo tempo em que a seqüência abaixo é uma das mais bem dirigidas do programa, também condena a personagem definitivamente, à infelicidade.


    A personagem de Marissa é, sem dúvida, a condutora dos maiores problemas da Terceira Temporada, que se afundou num grande “mais do mesmo” em que os únicos enredos que pareciam possíveis, eram aqueles em que ela colocava seu relacionamento com Ryan em segunda posição.

    Ao invés de explorarem a ótima possibilidade de ter a personagem estudando numa escola pública, resolveram explorar a paixonite do trágico Johnny por ela. Isso diminuiu a força dela, a força de Ryan e a força do show. The OC descia numa espiral longa de chatice e quando perceberam que a série não sabia pra onda ia, já estávamos na metade final da temporada.

    The OC nunca ignorou o que tinha feito com ela. Fizeram Mischa Barton viver visceralmente a escuridão de Marissa. A inadequação que a personagem redescobriu estava ali o tempo todo, na sua expressão, nas suas horas a fio no mirante da praia.Marissa se tornou uma presença infeliz. Exploraram a personagem de tantas formas cruéis, que a impossibilitaram totalmente de conseguir sair das sombras. 

    O roteiro jamais fingiu que não tinha massacrado a personagem e independente dos motivos que levaram ao trágico season finale, ele era a única, definitivamente, saída possível para um quarto ano no mínimo, decente. Por outro lado, ela era a "antagonista" da história. Eu preferiria uma mudança radical da sua personagem. Como a mudança da personagem Summer por exemplo: De uma patricinha futil para uma ativista ambiental...


    The OC acordou um pouco no final da terceira temporada. Matar Marissa era uma decisão arriscadíssima, mas totalmente justa. Eu como telespectadora reconheci que esse, inclusive, era o destino final que mais a honrava. Marissa era trágica, deslocada, enegrecida. Sua trajetória era a de estar em constante confronto com o próprio vazio. Seu esforço em sempre tentar “salvar” rapazes problemáticos de suas vidas, ela conheceu Ryan nessa situação... era uma fuga da própria incapacidade de reconhecer um objetivo pessoal, nuclear. Marissa não nasceu para ser feliz, ela foi construída para representar essa dor. A morte era a redenção dela e dos outros personagens...

    Tudo isso ficou muito claro quando a Quarta Temporada estreou cheia de vida. O episódio em que mostra as etapas do luto de Summer demonstrou a "negação" com a morte da Marissa nos primeiros episódios dessa temporada... Eu esperava um pouquinho mais de drama... The OC renasceu tão livre e bem-humorada que chegou a dar orgulho. 

    A incorporação de Caitlin manteve o tom de transgressão e a chance que deram para Taylor Towsend foi preciosa para o futuro de Ryan dentro do programa. O drama ainda estava ali, mas sempre se lembrando de ser sagaz e de flertar com o riso, com o deboche, como era e como nunca deveria ter parado de ser.

    Curiosamente, ao mesmo passo em que a chegada de Ryan foi a base dramatúrgica clássica que re-configurou a dinâmica dos personagens, a partida de Marissa fez isso de novo, reinaugurando aquelas vidas e forçando-os a se reinventar. A mudança pela chegada… A mudança pela partida… The OC explorando o melhor dos berços criativos, mas infelizmente sendo castigada por isso. A série teve seu cancelamento na quarta temporada. A série nem mesmo teve tempo de completar seus 22 episódios. Por sorte, teve tempo ao menos de um encerramento digno. Os episódios 15 e 16 foram os últimos e são tão absurdamente bons que comovem até hoje. Promovem um terremoto ao som de Fredo Viola, transformam Radiohead em vinheta de intervalo… Se despedem da TV com um carinho tão grande por si mesma e pelos fãs.


    Ainda nessa última temporada, em um episódio em que Taylor e Ryan vão parar numa realidade alternativa, os roteiristas confirmaram nossa analogia ao se fazerem a fatídica pergunta: E se Ryan nunca tivesse chegado? Meus queridos leitores, eu nem sei o que seria de nós se Ryan nunca tivesse chegado. Será que poderíamos superar a falta das neuroses de Seth? Será que o mundo teria a mesma graça sem a inteligência relutante de Summer? Se Ryan não tivesse chegado, nunca teríamos conhecido o trabalho deleitoso de Melinda Clarke e sua adorável cafajeste, Julie. Marissa só foi tão chorada, porque tantas vezes foi salva por Kid Chino… Taylor só me rir tanto, porque um dia ela se emocionou por ser parte de algo maior: uma amizade. Se Ryan não tivesse chegado, não haveria mudança naquele mundo de mentira… Não haveria mudança no nosso mundo de verdade.
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    Eu comecei a assistir OC-Um estranho no paraiso  ano passado mas, ja tinha avisado por aqui que eu estava assistindo devagar... No dia 19  de maio de 2017 depois de fazer uma maratona das duas ultimas temporadas eu terminei de ver a série completa. Irei sentir saudades da Summer e Seth que é o meu casal favorito durante todas as temporadas chorei demais quando eles duvidaram da relação deles por serem muito jovens... As festividades do Natanukká... O  capitão aveia e a Princesa Faisca... A série ficticia The Valley... e por ultimo a coelhinha panqueca.




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