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6 de dezembro de 2017

BLOGMAS #6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.




Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






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21 de novembro de 2017

Resenha: O Ódio que Você Semeia









Título: O Ódio que Você Semeia
Autora: Angie Thomas
Editora: Galera Record
Gênero: Young Adult
Idioma: Português
Páginas: 378


Sinopse: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto. Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos - no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início. Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa. Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. Este é um livro que não se pode ignorar.

Tupac disse que Thug Life, “vida bandida”, queria dizer “The Hate U Give Little Infants Fucks Everybody”, ou “o ódio que você passa pra criancinhas fode com todo o mundo”.


O Ódio que Você Semeia é um lançamento da Galera Record. Escrito pela autora Angie Thomas vencedor do Newbery Honor Award e primeiro lugar nos mais vendidos do New York Times, assim como é adotado em diversas escolas nos EUA.

Mas é engraçado como funciona com os adolescentes brancos. É maneiro ser negro até ser difícil ser negro.

Um sorriso grande e largo se abre no rosto da Sra. Rosalie. Ela estiva os braços, e eu vou até o abraço mais verdadeiro que já recebi de alguém que não tem parentesco comigo. Não tem piedade no abraço. Só amor e força. Acho que ela sabe que preciso das duas coisas.

A história acompanha a adolescente Starr. Ela e Khalil, seu melhor amigo, saem de uma festa e são parados por uma viatura da polícia durante a noite. Starr aprendeu desde cedo como uma pessoa negra deve se comportar frente a um policial: sem movimentos bruscos, mãos onde ele possa ver. A triste realidade do que o ódio e o julgamento podem fazer por causa da cor da sua pele. Um movimento errado, uma suposição e Khalil é assassinado, deixando para trás o trauma na garota e o peso da injustiça. Starr é a única testemunha do crime, e precisa aprender a própria voz para clamar justiça antes que as investigações levem a culpa para cima do garoto.

As despedidas doem mais quando a outra pessoa já partiu.

Dou uma risada e roubo umas balas dela. O namorado de Maya, Ryan, por acaso é o único outro menino negro do segundo ano, e todo mundo espera que a gente fique junto. Porque, aparentemente, se nós somos só dois, temos que participar de alguma porra estilo Arca de Noé e fazer par para preservar a negritude do nosso ano.
A primeira vez que ouvi sobre esse livro foi no canal | All About That Book | eu fico aprensiva de ouvir resenhas por medo de ter algum spoiler e perder o encantamento de ler a história. Eu tive um presentimento bom ouvindo a resenha da Mayara e desde então, quis adiquirir o livro.

– Mas Khalil não ficou parado, ficou? – diz ela.– Ele também não puxou o gatilho contra ele mesmo.


Isso é a suposta arma – explica a Sra. Ofrah. – O policial Cruise alega que a viu na porta do carro e supôs que Khalil estava indo pegar. O cabo era grosso e preto o bastante para ele supor que era uma arma.– E Khalil era preto o bastante.

É um tipo de leitura que te causa impacto nas primeiras páginas... Não é um livro fácil, não é uma história simples. É a realidade sem maquiagens. É a ficção descrevendo cada detalhe sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele - e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação, pelo preconceito. É impossivel não se indentificar com Starr independente da cor da pele  as suas açoes e o seu comportamento são julgados pela cor da sua pele. Starr vive a mesma realidade que muitos outros jovens. Khalil foi assassinado pela mesma realidade que a de muitos outras vítimas. 

A narrativa bem humorada de Angie se torna um humor ácido com os acontecimentos pesados que a trama explora, a profundidade é o ponto-chave do livro. Na leitura percebo que temos muitos jovens como Kallil onde as suas vozes foram caladas... Porém, felizmente temos muito jovens como Starr que lutam contra essa realidade todos os dias e que não deixaram calar a sua voz que é a arma mais poderosa contra qualquer injustiça.
Às vezes, você pode fazer tudo certo, e mesmo assim as coisas dão errado. O importante é nunca parar de fazer o certo.


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17 de novembro de 2017

ENTREVISTA COM A AUTORA: Jessica Cluess (Uma Chama Ardente e Brilhante)





Livro:Uma Chama Ardente e Brilhante
Autora: Cluess, JessicaEditora: Galera RecordPáginas: 336



Em poucas palavras, como foi o caminho do manuscrito para a publicação de Uma Chama Ardente e Brilhante?

JC: Depois de terminar a edição, tentei vender o livro por cinco meses, sem resultado. Até que uma semana depois de enviar minha proposta para ele, o homem que se tornou meu agente me ofereceu representação. Depois disso, polimos o manuscrito por vários meses antes de finalmente colocá-lo em submissão. Isso foi perturbador, mas fiquei feliz por termos trabalhado nisso por tanto tempo, porque realmente valeu a pena. Tivemos uma oferta depois de quase duas semanas de submissão e o livro foi a leilão depois disso. Todo esse processo durou aproximadamente dois anos, desde o primeiro dia em que sentei para escrever o livro, até o dia em que obtivemos a oferta para publicar. Parecia muito tempo na época, mas agora passou como um furacão.

Que conselhos você tem para jovens escritores que estão lutando no primeiro rascunho de um livro de fantasia?

JC: Acima de tudo, especialmente quando é fantasia, digo que é melhor escrever um rascunho bagunçado e estranho, com algo apaixonado e emocionante em todas as páginas, ao invés de escrever um rascunho limpo e perfeitamente projetado, que você não sente qualquer coisa para. Na verdade, é mais fácil editar o resultado estranho, porque pelo menos você conhece os sentimentos que deseja evocar. No fim das contas, basta fazer isso. Não há o que editar se você não escrever.

Quais livros, autores ou filmes que mais a influenciaram quando você escreveu Uma Chama Ardente de Brilhante?

​JC: Minha maior influência foi o Jonathan Strange e o Sr. Norrell, de Susanna Clarke. Eu descrevo esse livro como o Senhor dos Anéis, de Jane Austen, e é isso mesmo. Se você ama uma comédia de maneira misturada com um sistema mágico ultrajantemente interessante, vai curtir.

Qual a sua memória favorita do Clarion Workshop*?

​JC: A guerra com pistolas de água que tivemos com Robert Crais e Kim Stanley Robinson. Há uma foto minha atirando nas costas de Stan, enquanto ele foge. Está entre as cinco fotos favoritas da minha vida.

​Quantas histórias você escreveu no Clarion e o que aconteceu com elas?

JC: Eu escrevi cinco histórias, porque durante a primeira semana revisamos uma delas para submissão. A verdade é que nada mais veio dessas histórias, em grande parte porque não sou realmente uma escritora de contos. Muitas das pessoas no programa já eram mestres em escrever histórias curtas, então eu tive que correr atrás. Um deles já tinha até ganhado um prêmio Nebula** por seus contos! Pretendo dar uma olhada e talvez tirar um romance de alguns deles; minhas histórias sempre foram mais longas.

Fonte: http://www.sarenaulibarri.com/blog/interview-with-jessica-cluess-author-of-a-shadow-bright-and-burning




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16 de novembro de 2017

UNBOXING TURISTA LITERÁRIO - Uma Chama Ardente e Brilhante



O Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.
No site há a aba "dica do livro", onde eles dão pistas sobre o livro do mês. E para o mês de outubro as dicas eram: 1) Vamos viajar para um país que já visitamos anteriormente com nosso balão; 2) Protagonista feminina em uma história com magia! 3) A história acontece no passado.



Livro:Uma Chama Ardente e Brilhante
Autora: Cluess, Jessica
Editora: Galera Record
Páginas: 336





Sinopse: O primeiro livro da série de Jéssica Cluess, perfeito para surpreender fãs de fantasias já bem habituados com magia, profecias e triângulos amorosos.

Henrietta Howel tem o poder de explodir em chamas. Quando é obrigada a expor suas habilidades ela tem certeza de que será executada. Apenas os feiticeiros podem usar magia, e nenhum deles é mulher. Ela se surpreende quando não só é poupada da guilhotina, mas também nomeada a primeira feiticeira em séculos. Ela é a garota profetizada, aquela que derrotará os Ancestrais – seres sanguinários que aterrorizam a humanidade. Henrietta então passa a treinar dia e noite com um grupo de feiticeiros ansiosos para testar as habilidades – e o coração – da garota da profecia. Mas será que Henrietta é mesmo a garota da profecia?

Avaliação: 




O que veio na malinha do mês? 


➡️ Item para estimular a visão 👀Livro: Uma Chama Ardente e Brilhante.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ Item para estimular o paladar 🍪 Caramelos do Agrippa; Para estimular seu paladar, sinta o sabor dos caramelos que Agrippa usa para presentear as crianças enquanto texta se elas tem algum poder secreto.



➡️ Item para estimular o olfato👃 Pacote dos Sonhos e as ervas terapêuticasAs ervas aromáticas ou ervas-de-cheiro são utilizadas há gerações na culinária, nos cosméticos naturais, nos banhos, nos chás, na decoração, no vestuário e em muitas outras formas. Suas propriedades medicinais são indicadas no tratamento e prevenção de doenças sendo também excelentes na manutenção da saúde e bem-estar.


Uma excelente e tradicional forma de uso é através dos travesseiros aromáticos, que agem acalmando o corpo e a mente. A prática de colocar ervas sob o travesseiro remonta há muitos séculos e foi feita originalmente para proteger contra o mal, acalmar os maus sonhos, trazer bons sonhos e, alguns acreditavam, até para prever o futuro. Não importa o motivo, os travesseiros de ervas são benéficos para adultos, crianças e até mesmo animais de estimação.

De acordo com a Aromaterapia, a mistura de ervas auxilia no tratamento contra stress, insônia, enxaquecas, problemas respiratórios, ansiedade, depressão e TPM, proporcionando um sono tranquilo, relaxante e reparador. As substâncias fotoquímicas que desprendem do aroma delicado e suave das ervas agem de forma terapêutica no sistema nervoso central. O recheio do Pacote dos sonhos que preparamos para nossos Turistas foi feito com uma mistura de 3 a 4 ervas:


Camomila: acalma e relaxa a mente, traz sensação de acolhimento; Lavanda: calmante, relaxante e alivia dores de cabeça; Pétalas de rosa: traz calor e amor, pode evocar sonhos românticos; Menta: É recomendada para proporcionar sonhos vívidos, ou bem claros.

➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝porta-lápis/canetas/marcadores - como lembrança dessa história chia de facetas e personagens intrigantes. Criamos porta-lápis/canetas que serve também para guardar marcadores de livro cada lado apresenta uma a rte cheia de elementos da história, ilustrada pelo Leonardo Vidal.



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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.




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4 de novembro de 2017

UNBOXING TURISTA LITERÁRIO - A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil



O Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.


Livro: A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil
Autora:Becky Chambers
Editora: DarkSide Books
Páginas: 352
Ano: 2017

Sinopse: Você nem imagina os mistérios que existem do outro lado do universo. Se tiver coragem de desbravá-los, é melhor se preparar. Essa não será uma jornada rápida e os perigos podem surgir a cada momento, de onde menos se espera. A boa notícia é que você não estará sozinho. Milhares de leitores em todo o mundo já embarcaram nas páginas dessa que é A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil. O livro de Becky Chambers é um marco recente no universo da ficção científica. Lançado originalmente através de financiamento coletivo pela plataforma Kickstarter, ele conquistou a crítica especializada e os ainda mais exigentes fãs do gênero, sendo indicado para prêmios respeitados, como o Arthur C. Clarke Award e o Hugo Award. Um dos motivos do sucesso de A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil é a abordagem da história. Elementos essenciais em qualquer narrativa sci-fi estão muito bem representados, como a precisão científica e suas possíveis implicações políticas. 

O gatilho principal é a construção de um túnel espacial que permitirá ao pequeno planeta do título participar de uma aliança galáctica. Mas o que realmente torna único esse romance on the road futurístico e muito divertido são seus personagens. Instigantes, complexos, tridimensionais. 

A autora optou por contar a história de gente como a gente, ainda que nem todos sejam terráqueos, ou mesmo humanos. A tripulação da nave espacial Andarilha é composta por indivíduos de planetas, espécies e gêneros diferentes, incluindo uma piloto reptiliana, uma estagiária nascida nas colônias de Marte e um médico de gênero fluido, que transita entre o masculino e o feminino ao longo da vida. Temas como amizade, força feminina, novos conceitos de família, poliamor e racismo fazem parte do universo do livro, assim como cada vez mais fazem parte do nosso mundo. Becky Chambers segue os passos da pioneira Ursula K. Le Guin e inclusive presta homenagem à inventora do ansible, um dispositivo de comunicação interplanetária, em sua obra. A visão feminina e acurada de autoras como Becky e Ursula permite desconstruir velhos clichês e quem sai ganhando são os amantes da literatura sci-fi, de todas as espécies gêneros. Outras fontes ajudaram a formar a autora de A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil, Carl Sagan e Star Trek, por exemplo. Mas certamente suas influências estavam em casa. Becky é filha de um casal de cientistas espaciais e neta de um dos participantes do Projeto Apollo da Nasa. A ciência é algo importante na família. 

A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil é o primeiro livro de ficção científica da coleção DarkLove. Livros escritos por autoras com grandes histórias para contar, prontas para desbravar novos mundos. E ele consolida a DarkSide Books no fantástico universo de sci-fi. A editora já lançou Star Wars: A Trilogia, novelização dos três primeiros filmes da saga, e O Homem que Caiu na Terra, de Walter Tevis, romance que deu origem ao primeiro filme de David Bowie como ator, dirigido por Nicolas Roeg em 1976.

Avaliação: Leitura atual

O que veio na malinha do mês?



➡️ Item para estimular a visão 👀 LivroA Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil
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➡️ Item para estimular o olfato👃Sabonete da Kizzy (aroma de fruta-doce) inspirado nessa estética e com elementos da história;
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➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝Almofada de pescoço e Nesta malinha de setembro estamos enviando um item muito inusitado: um taçajur! É basicamente um abajur usando uma taça de vinho como suporte.
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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.




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11 de outubro de 2017

Entrevista com a autora: Becky Chambers ( A LONGA VIAGEM A UM PEQUENO PLANETA HOSTIL)



Becky Chambers segue os passos do pioneiro Ursula K. Le Guin (A Mão Esquerda Na Escuridão e Despossuídos), e inclusive presta homenagem à inventora do ansible, um dispositivo de comunicação interplanetária, em sua obra. A visão feminina e acurada de autoras como Becky e Ursula permite desconstruir velhos clichês e quem sai ganhando são os amantes da literatura sci-fi — de todos os gêneros e espécies. Milhares de leitores em todo o mundo já embarcaram nas páginas desta que é A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil.

Uma das coisas mais visíveis é o escopo da história. Você não se limitou a apenas algumas raças alienígenas ou planetas ou tecnologias, é um mundo cheio de novos conceitos para o leitor explorar. Isso era algo importante para você, concentrar o foco no mundo rico?

​BC: Sim, muito. Nosso próprio planeta tem tantas culturas diversas e diferentes sociedades e idéias diferentes flutuando. Sou muito de opinião que a galáxia em geral, se houvesse outras civilizações por aí, seria igualmente diversificada. Eu queria tornar a experiência tão rica quanto possível. Eu não queria que houvesse duas ou três outras pessoas saindo por aí, queria que fosse um lugar muito vibrante e completo para os personagens explorarem.


Rosemary é uma humana e mais novo membro da tripulação da Andarilha, e ela serve - na moda típica de ficção científica - como nosso ponto de entrada na história. Mas não ficamos só com este ponto de vista por muito tempo, e isso parece uma subversão de um clichê estabelecido. Por que você escolheu ter diferentes narradores?


BC: Eu acho que é mais interessante, honestamente. Se você apenas fica com um personagem, você só obtém seu ponto de vista, e a realidade é sempre subjetiva, sempre com base nos pontos de vista e experiências da pessoa que a examina. Embora eu tenha minhas idéias sobre como funciona a galáxia, eu queria ver isso através de muitas perspectivas diferentes. Eu acho que isso, com sorte, cria um lugar melhor para que o leitor tire suas próprias conclusões sobre o mundo em que esse livro está configurado, porque você está recebendo tantas idéias diferentes sobre isso, ao contrário de apenas uma pessoa dizendo "aqui é assim porque é assim que eu vejo isso ".

E até mesmo os humanos são muito menos unificados do que o esperado. Há o pacifismo extremo dos que abandonaram a Terra, e uma xenofobia das pessoas que ficaram. Eu sinto que não é algo que vemos na ficção científica com muita frequência. Muitas vezes, esta é uma perspectiva humana muito individualista e norte-americana, e diferente é o que a humanidade realmente é.

BC: Isso foi algo que eu tentei fazer também. Eu sou uma grande fã de óperas espaciais em todos os sabores e encarnações, mas a maioria das que tive acesso é de origem norte-americana ou britânica. Sempre me incomodou que mesmo saindo para o espaço o que vemos é a sociedade ocidental como paradigma dominante, e bem, não! Na realidade haveria muitas coisas diferentes. Nós também estamos falando no futuro que a sociedade ocidental como a conhecemos não é mais a mesma coisa, as pessoas são infinitamente mais definidas por que planeta ou navio eles cresceram, e não de que parte da Terra eles vieram. Isso fez sentido para mim, que se estamos falando de algo de centenas de anos no futuro, você não verá as mesmas divisões sociais que temos agora. Seria totalmente diferente.


​Outra coisa interessante foi a inclusão do romance queer de forma muito casual e normalizada. E, infelizmente, isso também ainda é novidade no gênero (ficção-científica).


​BC: Era importante para mim. Sou gay, então é importante para mim escrever futuros em que me sinto bem-vinda. Sempre que alguém está escrevendo ficção científica, eles estão escrevendo o futuro que eles querem ver. Ou se eles não estão, o futuro que querem alertar as pessoas contra. Para mim, é assim que gostaria que o futuro se tornasse. Ter diferentes sexualidades ser um assunto muito discreto e comum era importante para mim incluir.


Cada parte da história, desde o desejo de Lovey [a Inteligência Artificial da nave] por um corpo feminino até a espiritualidade de Ohan, pega um conceito estabelecido de ficção científica, como o android feminino ou o triunfo do progresso científico sobre a religião, e se afasta em uma direção inesperada. Parece que você se divertiu muito com esses clichês, usando-os para escrever algo muito novo e acolhedor.

BC: Eu me diverti muito brincando com essas coisas. Estou construindo a partir de uma vida inteira de Star Trek, Star Wars e Farscape. Estas são todas as coisas que me inspiraram a escrever ficção científica, em primeiro lugar, além da literatura, então entrei com uma cabeça cheia de clichês, perguntando "ok, o que posso ajustar, com o que posso brincar?" foi ótimo, muito divertido.

A história foi comparada a muitas histórias espaciais diferentes, como Firefly, mas uma das maiores diferenças foi que houve uma leveza para o livro. Essa era uma decisão consciente em termos de tom? Ou foi você se divertindo?


BC: Essa coisa de Firefly sempre me faz rir, porque eu não tinha assistido quando comecei a escrever o livro. Para mim, são histórias muito diferentes; É complicado porque estou julgando isso de um ponto de vista completamente não-objetivo. Eu acho que todos eles jantam juntos e a nave está meio caindo aos pedaços, mas além disso, na medida em que a leveza dele vai, era algo que eu fiz com muita intenção. Eu amo a ficção científica de todos os tipos e tons diferentes, mas há uma tendência definitiva hoje em dia para a ficção científica que é muito pesada, se não pessimista, no tom. É muito sombrio, e é compreensível. A narração de histórias sempre reflete os tempos em que vivemos, e estamos vivendo uma era em que estamos lidando com problemas em uma escala planetária. Estamos lidando com questões sociais desagradáveis ​​e feias, e é um momento assustador de muitas maneiras. Eu não acho que seja um acidente que muita ficção científica que estamos vendo tende a ser muito próxima do futuro, pós-apocalíptico ou muito sombrio. Temos medo do nosso futuro, temos medo do que acontecerá depois. Eu acho que é importante ter histórias que refletem o que estamos sentindo no momento, mas é igualmente importante ter histórias que nos dê algo para se ter esperança. Não vale a pena sobreviver se você não está apontando para algo melhor. Foi isso que eu pretendia fazer com este livro. Ele trata de algumas coisas difíceis e há referências a uma história da Terra passada que foi desafiadora, mas a atual linha de tempo é muito "mas nós conseguimos isso, e é por isso que toda essa luta valeu a pena." Eu queria que fosse um livro em que o leitor se sentiu confortável, gostou de estar dentro. Um livro que não fosse como um soco no estômago, mas que fez você querer ser parte desse futuro.



Num assunto semelhante, outro aspecto interessante desta história é a forma alternativa de resolução de problemas. Um dos maiores conflitos da história é resolvido através da apresentação da documentação certa e reflete-se em uma conversa sobre os tipos de jogos desenvolvidos por cada espécie. Os jogos humanos são todos sobre conflito e competição, mas os seres humanos como um grupo, pelo menos na Andarilha, evoluíram claramente além desse ponto. Isso também é parte do seu - embora não seja bastante utópico, certamente acolhedor - futuro?


BC: Sim, as óperas espaciais também tendem a ter um toque militar. Mais uma vez, eu gosto de grandes espaçonaves e armas de laser, tanto quanto qualquer um, mas em termos do que nossa espécie poderia aspirar, não vejo o colonialismo e disputas por território como inevitáveis. Eu não acho que todos os problemas devem ser resolvidos com quem tem as maiores naves e as maiores armas. Às vezes, isso é eficaz, mas é um pouco mais interessante encontrar maneiras diferentes de falar sobre grandes conceitos sem recorrer a violência física.


É muito claro que os personagens estão lidando com esses grandes conceitos de ficção científica em todo o livro, mas estão lidando com isso em pequenos momentos, em suas interações uns com os outros como amigos e colegas de trabalho. É quase doméstico, e isso é renovador, como você disse, dada a cena atual do gênero.

BC: Eu gosto de colocar o leitor nesse contexto doméstico. Essa foi outra coisa importante para mim, que as óperas espaciais sempre se concentram em heróis. Eles se concentram em heróis militares ou em algum tipo de heróis sociopolíticos, seus heróis rebeldes, e eu amo isso, mas acho que isso também é um reflexo de como nossos programas espaciais do mundo real sempre foram. Não vemos espaço como algo de que todos possam fazer parte. Durante os primeiros dias da corrida espacial, você está falando sobre pilotos de teste, a elite militar. Agora estamos à procura de algo muito diferente em astronautas, mas é a elite intelectual. Com o advento do turismo espacial, agora é se você tem dinheiro suficiente. Se você estiver no percentual, você pode entrar no espaço. Nós tendemos a ver espaço como um algum lugar onde só o melhor de nós irá. Eu queria criar uma configuração em que o espaço fosse como um lugar para todos. Esta é uma história sobre as pessoas comuns que vivem dentro de uma sociedade intergaláctica, as pessoas que atravessam o espaço-porto por trás dos heróis, que normalmente não estão na vanguarda da história. Essa foi a minha principal força motriz ao escrever isso.






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7 de outubro de 2017

Resenha: Filha Das Trevas



Sobre o que é o livro? 


Ladislav Dragwlya, ou apenas Lada, nasceu filha de Vlad Dracul, o voivoda da Valáquia e irmão daquele que comandava o território. Como um homem que anseia pelo poder, Vlad almeja a posição do irmão e, claro, filhos homens para carregar seu legado. Com o nascimento de Lada, não há nenhuma satisfação na relação, mas um imenso desejo da menina de provar o seu valor ao pai.

"Somos aquela árvore, desafiamos a morte para crescer"

Para tal, ela vai tentar ao máximo possível se aproximar do que um garoto faria, diria ou aprenderia, mas isso pode não ser o suficiente. Em 1435, tudo o que uma jovem garota deve fazer é aprender a se portar como uma dama e preparar-se para o casamento e, mesmo que ela saiba manejar uma espada ou consiga ir de um lugar ao outro sem ser vista, o que os homens veem ao olhar pra ela, quando a enxergam, é apenas uma menina.

Com a sombra do irmão mais novo Radu e a vontade de trilhar seu caminho, Lada ficará cada vez mais forte e fechada em si, até que sua vida toma um rumo inesperado e ela terá que se adaptar a uma realidade onde ela é ainda menos do que antes, e onde precisará conquistar o seu espaço de uma forma diferente, com novo aliados. Em um jogo político de domínio, religião e traição, a lealdade a seus valores e sua inteligência podem ser tudo o que ela precisa pra conseguir o que quer.

Vale a pena?

Esse foi o livro que veio na mala do mês de agosto do turista literário. Eu nunca tinha ouvido falar dele e de cara a sinopse me encantou. Porém, a narrativa da história se baseia em fatos históricos... Licença poética de criação... Apresenta personagens e momentos importantes para a Valáquia, os Saxões e o Império Otomano.

Recriando em cima de Vlad, o Empalador e Mehmed, o Conquistador, Kiersten White muda o sexo do primeiro para nos presentear com Lada, e sua incrível jornada em se tornar alguém com renome em um mundo onde mulheres não tinham voz ou querer. Se passando nos anos 1400 e começando na infância dos personagens, época onde historicamente muito pouco foi documentado sobre em quem se baseiam, White também tem mais liberdade para dar solidez à trama ao criar os pilares das relações e da construção de cada um.

Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano... Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história.  Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...



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Maira Gall