#Be-happy!
Mostrando postagens com marcador #Be-happy!. Mostrar todas as postagens

6 de dezembro de 2017

BLOGMAS #6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.




Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 
Estarei comentando com vocês sobre o Blogmas2k17 (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5




27 de novembro de 2017

Registros & Aleatoriedades


Estou um pouco preguiçosa para preparar a minha câmera para fotografar. No final de semana eu estava fuçando aplicativos de fotografia pelo celular no Play Store e encontrei o Instamini que é um aplicativo que imita o formato da camera Polaroid e deixa as suas fotos com o estilo de fotografia antiga.

Uma "Selfie" para não perder o costume...  Essa eu tirei quando cheguei em casa depois do almoço com meus pais.


Eu morro de amores pelo acessórios do Mickey e da Minnie desde  o dia em ganhei uma Minnie de pelucia quando eu tinha 08 anos de idade... A loja da Riachuelo fez uma promoção com camisetas e acessórios da turma do  Mickey e comprei essa camiseta que é o meu xodózinho hehehe.



Eu ganhei um cachorro da raça Pinsher ele ja tinha  nome antes mesmo de vir aqui para casa... Fernandão é o meu "chicletinho" ciumento que não deixa a Mallu a pinsher nossa cachorrinha do meio se aproximar de mim nem o Teddy o Lhasa Apso o nosso cachorrinho mais velho...

No final de semana ele gosta de passear de carro  só fica bastante nervoso com as motos barulhentas. 


Segunda - Feira é dia de treino! No caminho da academia eu encontrei essa florzinha amarela adorei a composição crua da fotografia...


Para começar o treino 10 min de esteira para começar a suar...



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):


9 de novembro de 2017

Self image 2017

Inspirado nesse post aqui.


Estou com 31 anos, faltam três meses até que este número mude. Meus cabelos estão cada vez mais grossos e saudáveis, de modo que,  eu não estou encontrando fios dos meus cabelos caindo no box. O comprimento  do meu cabelo esta maior que no inicio do ano e a cor é castanho avermelhado que estou  conseguindo manter sem muita dificuldade.

Tenho uma cicatriz irritante na coluna, porque aos 13 anos eu fiz uma operação na coluna por causa de uma escoliose que não me incomodava desde então... Todos os dias alguém me perguntava sobre essa cicatriz deixando-me um pouco chateada. Aprendo cada vez mais a ter orgulho das minhas cicatrizes...

Acredito que a minha personalidade vive em uma constante dialética de construção e desconstrução. Na maioria das vezes não é fácil, confesso. Eu gosto muito do meu mundinho... E costumo reagir mal com pessoas invasivas. Já sofri muito com as opiniões dos outros. Posso ser uma pessoa difícil de lidar. Embora, isso não seja o que eu sou estaticamente. Existem dias em que eu não sinto vontade de sair do meu quarto, da mesma forma que existem aqueles outros em que eu preciso ver gente  me colocar para o mundo, para todos me verem, me ouvirem e me perceberem.

Eu tenho orgulho das minhas cicatrizes...Quero olhar as minhas experiências com mais serenidade, todas elas, como neutras e válidas é um aprendizado constante.

Minha alimentação caminha para uma re-educação alimentar: Não consigo comer algo muito gorduroso, muito condimentado e apimentado sem passar mal tenho refluxo que foi se agravando com o tempo e passo mal quando exagero nesses alimentos. A passos lentos e graduais, estou me alimentado melhor e não estou sentindo tanta asia. Aprendi a gostar de treinar três vezes na semana na academia. Gosto de saber que estou trabalhando o músculo e a mente. Gosto de sentir músculos que eu não sabia que eu tinha. Me sinto culpada por ter demorado a me acostumar a treinar na academia. Pois, teria evitado algumas dores musculares pelo sedentarismo. Eu luto diariamente contra a preguiça do fim de tarde para fazer o meu treino de 1h e voltar suada. Porém, renovada!

E por falar em estar, sinto-me mais confortável com o meu corpo do que jamais senti antes. Ganhei alguns quilos nos últimos dois anos, mas ainda assim sinto-me em paz com a imagem externa que tenho. Preciso correr na Beira-mar,ver gente, ouvir as ondas por alguns minutos e sentir o vento no meu rosto... Perceber a pequenez das minhas reclamações diárias.

Consegui distinguir com mais clareza os meus objetivos, a graduação em psicologia me sugou um pouquinho cada semestre. Porém, eu pude viver  momentos que me fez perceber que fez todo sentido a sensação de ser sugada para que eu pudesse dar o melhor do meu conhecimento a cada semestre. A pressão que eu mesma coloco em mim me incomoda muito mais do que qualquer pressão exterior. Tenho ao meu lado pessoas incríveis, mas não mais tão numerosas quanto outrora. Não que as pessoas tenham me abandonado, eu que talvez não as considere mais tão incríveis. Talvez seja o momento atual. Talvez seja o fato de que a pessoa que eu sou não se encaixa mais com elas. Talvez seja esse o curso natural da vida. E eu sofro demais com isso...

Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

1 de novembro de 2017

Aquela dos 30...




O que é um adulto? Uma criança de idade.
Simone de Beauvoir

Inicio do ano eu fiz 30 anos.

Sempre achei que pessoas com 30 anos eram adultas, sérias, responsáveis, donas de si mesmas, que iam para seus trabalhos igualmente sérios e adultos, usando terninhos femininos, chatas e comportadas.

Achava que eventualmente eu ia acabar me tornando essa pessoa. Achava que não tinha pra onde correr. Era o que ia acontecer e pronto.

Quando eu era uma criança remelenta de 10 anos a minha mãe tinha 30 anos. Minha mãe com 30 anos já estava vivendo uma vida de adulto "casada, morando em uma casa própria e empregada...". 

Eu com 30 anos sou a pessoa menos 30 anos que já conheci. E se quando mais nova, eu sentia necessidade de mostrar maturidade, hoje, aos  30, já não sinto mais.

E então é justamente agora, aos 30, que sinto a total liberdade para ser ainda mais menos 30. Detesto tudo o que é afetado demais. Não suporto chatice. Me recuso a ser alguém que eu não gosto nem nos outros, imagine então em mim. 

Não quero ir a jantares elegantes. beber vinho. Não quero conversar sobre filhos, casa, casamento, trabalho. Não quero comprar roupa na loja conceituada e cara. Não quero ir em reunião de condomínio. Não quero ir ao banco. Não quero saber o que está na moda. Não quero visitar salão de beleza três vezes por semana. Não quero fingir ser uma pessoa que não sou. Não quero me sentir no tédio na minha própria companhia. 

O que eu quero é depilar as minhas pernas e continuar me sentindo bem quando eu não consiga manter a depilação em dia. Quero maratonar as séries preferidas na Netflix até amanhecer. Quero comprar uma blusa dos Minions. Quero chorar e gritar em um show de uma banda de rock alternativo. 

Quero cutucar a minha amiga quando passar um cara bonito. Quero me identificar com Rori Gilmore. Quero pintar o cabelo de vermelho. Quero usar lente colorida. Quero pintar as unhas uma de cada cor. Quero decidir as coisas em cima da hora. Quero viajar pra Disney. Quero mudar de idéia e opinião todo dia. Quero rir de piada suja. Quero passar o final de semana bebendo cerveja barata com os amigos enquanto fazemos competição de arroto. 

Quero ser impulsiva, inconseqüente, irresponsável, esquecida.Quero aceitar todas qualidade e defeitos que formam quem eu sou e que ao longo desses  30 anos eu tanto aprendi a amar e a respeitar. 

Eu renego a Camyli que achei que seria aos 30 anos. Essa Camyli vulgo Milla NUNCA me pertencerá. Nem aos 30, nem aos 40, nem aos 50... 

E ainda bem!



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 
 (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5

12 de outubro de 2017

Semana 32: Ainda quero aprender:


TOCAR VIOLÃO


Amo shows no estilo "voz&violão".Ameacei algumas dedilhadas... Até que o semestre começou a apertar e o violão está parado aqui em casa até hoje...

CANTAR


Eu fiz algumas aulas de Técnica Vocal mas acho que cantar mesmo tem que ter dom... Canto com a minha voz de taquara no chuveiro mesmo.
APRENDER A FAZER BOLOS


Em um dia desses, Eu estava zapeando os canais da TV aberta encontrei o programa Bake Off Brasil -mão na massa- e fiquei com invejinha de querer fazer aqueles bolos e doces bem elaborados...
ESCREVER 


Claro que sei escrever... Mas gostaria de fazer algumas aulas de "escrita criativa" eu até perdi a vergonha em escrever aqui no blog e escrevi algumas coisas bacanas que podem ser encontrado nos "Arquivos" desse humilde blog hehehe

FALAR FRANCÊS




Eu sempre tive vontade de fazer aulas de francês, mas no ensino médio só ofereciam inglês/espanhol e essas aulas não foram o suficientes para que eu pudesse me virar bem nem inglês e nem espanhol.


Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 
 (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5

16 de setembro de 2017

#01 Entrar na academia (em andamento...)


Eu conheço o termo Fisioterapia desde que me conheço por gente, graças a "uma deformidade que afeta a coluna vertebral que pode assumir patologicamente uma posição de desalinhamento, contorcendo-se em seu próprio eixo, inclinando-se para frente ou para trás e para os lados; ou seja, em um plano tridimensional" conhecida como Escoliose

Essa deformidade é tratada conservadoramente com: exercícios específicos de Fisioterapia; além da fisioterapia, faz-se necessário o uso de coletes. E se a deformidade agravar-se o tratamento pode ser cirúrgico pois, dependendo da localização da curva, pode haver compressão de órgãos vitais, como os pulmões e o coração... Até os meus 13 anos, eu fui presenteada com Fisioterapia, coletes e tratamento cirúrgico.

Quando eu tinha 10 anos eu intercalei a fisioterapia com aulas de natação. Eu aprendi a nadar nesse época com aulas três vezes na semana nunca tive medo de água ou algo parecido, Porém, nadar é o exercício físico mais completo melhorando a minha postura por causa da coluna e a minha respiração na época.


Por causa dos estudos, emprego e faculdade ( e um pouco de preguiça...) eu virei uma pessoa totalmente sedentária e assim fiquei por mais de dez anos. 

☑ Entrar na academia (em andamento...)

Ontem, eu fui na academia que fica próximo a minha casa (isso é diferencial muito importante) e fiz uma aula experimental vou malhar 3X na semana. Os exercicios são monitorados por um personal traineer e os treinos parecem não ter monotonia E ainda oferecem os exames necessários para acompanhar nosso desempenho.

No primeiro dia... os exercicios fisicos foram mais leves por conta do meu sedentarismo. Porém, foram intensos de acordo com as dores musculares no dia seguinte.

O #01 é que pretendo escrever com frequencia sobre esse "Mundinho de Academia" e sobre os meus exercicios fisicos.










Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

22 de junho de 2017

Semana 21: Meus piores defeitos.

 Projeto 52X5 . Explico melhor o projeto nesse post aqui.

1. Não saber dizer não

Eu não sei dizer não! E quando eu digo "não" parece que fico em falta com as pessoas... e sempre acabo me metendo em confusão por isso.

2. Antissocial

Já fui muito "social" apesar da minha dificuldade de dar "Oi"e cumprimentar mas, ultimamente criei um asco de alguns tipos de pessoas que até o contato físico está difícil de lidar.

3. Mal-humorada

Meu humor muda com uma frequência impressionante. Não sou uma pessoa "rabugenta" rio de piadas idiotas e me divirto com muito pouco. Meu senso de humor só será afetado pela famosa TPM de todos os meses... Quando as pessoas são extremamente grosseiras costumo ficar com péssimo humor.

4. Teimosa

Sou teimosa, a ponto de não discutir com as pessoas que pensam ao contrário... Se eu estiver certa/errada ninguém precisa (nem quero...) que gastem saliva tentando provar o contrário.

5. Ansiedade

o primeiro é o que mais me afeta, embora seja de fases, em algumas épocas estou muito ansiosa com tudo e outra nem tanto…


ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

19 de junho de 2017

Como eu aprendi a andar de bicicleta aos 31 anos

Quando não perdemos os nossos medos quando somos crianças viramos adultos encantados... 

Assim era o meu medo de andar de bicicleta.

Quem acompanha o blog já deve ter lido algo sobre "Eu nunca andei de bicicleta..." até o dia 14 de junho de 2017. Eu aprendi a andar de bicicleta! Pois bem, eu sou praticamente uma ciclista desde o começo desse mês :)

A responsável por isso, foi a minha mãe que chegou aqui em casa com uma bicicleta (adaptada com rodinhas). Então, pensei: Não deve ser tão difícil... Naquela mesma hora, eu subi na minha bicicleta e dei as minhas primeiras pedaladas no quintal de casa. Foi amor nas primeiras pedaladas! É indescritível a sensação de vento no rosto.


No final de semana, eu e minha mãe colocamos a Bicicleta dentro do carro e fomos até a Beira-Mar. O objetivo, era estar cada vez mais segura pedalando a minha bicicleta em um lugar mais apropriado (ciclovia). Mais do que aprender a andar de bicicleta, eu ganhei um hobbie novo, uma atividade física. A minha próxima aventura é sair para o transito e usar bike como transporte regular.

Nesses dias de ciclista, eu aprendi que: "superação" é o meu nome do meio; Que nunca é tarde para aprender coisas novas; que a melhor endorfina é a que você adquire ao ar livre e que uma cidade com menos trânsito e mais qualidade de vida é possível.




ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):


7 de junho de 2017

Quando eu comecei a escrever?


Quando eu comecei a escrever sobre os meus hábitos de leitura... lembrei-me qu foi nessa mesma época, que eu fui alfabetizada com 7 anos eu comecei a escrever e fui uma das primeiras crianças da classe que conseguia juntar as letrinhas e formular palavras. Naquela época, eu ganhei um caderninho decorado que eu preenchia escrevendo o meu nome, o nome dos meus pais, os nomes dos meus parentes e o no nome do meu bichinho de estimação da época que era uma cachorrinha que se chamava Xinoca.

Na escola, os professores do ensino fundamental nos davam temas para escrevermos uma história. Anos mais tardes, os professores nomearam essa atividade como Redação e começaram a elogiar os meus textos. Foi assim que eu virei uma pessoa que escreve. Porém, criticavam a minha letra que era feia e as palavras tornavam-se indecifráveis... Eu estudava em uma escola onde o contra-turno se chamava Reforço escolar que funcionava no período matutino no máximo 3x por semana o exercício era escrever as minhas letras indecifráveis em um caderno de caligrafia.

Quando eu estava na 5° série do ensino fundamental eu fui transferida para uma escola particular... Além das apostilas do Positivo (bimestres) ganhávamos uma agenda com o slogan da escola. Nos recreios, eu adorava escrever sobre o meu dia-a-dia e copiar as musicas da dupla S&J e colar os meus adesivos que era a sensação da época... 

Um dia, quando eu estava escrevendo na minha agenda... Eu lembro que eu escrevia o fato de estar odiando a escola e as chacotas que eu sofria por causa das outras alunas... O meu texto foi censurado! Sim, algumas alunas falaram para a orientadora que eu estava escrevendo o nome das alunas em uma "lista-negra". A orientadora confiscou a minha agenda (morri de vergonha...) procurando a tal lista-negra e óbvio que era mentira. E desde esse dia, eu não escrevi mais nada naquela agenda. Nem em outras agendas escolares.... 
Anos mais tarde, eu ganhei o meu primeiro computador (semi-novo) como presente de aniversário de 15 anos. Naquela época, o computador tinha somente três joguinhos: o "paint" para desenhar e o Word 95 para escrever... Sem internet discada. Eu lembro da minha emoção quando eu criei a primeira pasta com o meu nome no computador com os meus escritos... Principalmente, eu não precisava sentir vergonha da minha letra. A coisa que eu mais gostava de fazer no computador além de escrever, era testar as diferentes tipos de fontes no Word.

Há primeira vez que ouvi falar sobre Blog ou algo parecido foi em 2002. Uma colega do grupo de jovens tinha um site pessoal (luxo!!!) que era muito parecido com o formato dos blogs pessoais dos dias de hoje... Eu comecei a escrever na internet em 2004, numa plataforma para jornalistas que era bastante precária, a linha editorial desde o meu primeiro blog é não-ter-linha-editorial e o meu principal tema é " eu e a minha bolha...". Escrevo sobre as minhas opiniões; sobre musicas, livros e atualidades. é um Blog pessoal comum diante tantos outros blogs: literários, crônicas, modas, decoração... 

Eu sempre me pergunto Porque eu escrevo? sempre lembro-me de um trecho da Clarice Lispector "Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.". Acredito que essa minha ânsia de espremer meus sentimentos em palavras, esta no jogo de perguntas/respostas ao longo dos acontecimentos da vida... Eu escrevo por necessidade! Eu preciso escrever para espantar os meus "demônios anteriores..." preciso "arquivar", momentos e histórias para não esquecer... Preciso re-lêr essas postagens arquivadas para que eu possa me sinta melhor, por ter vivido esses momentos descritos e principalmente de ter superado esses momentos de alguma forma.

Esse meu blog atual Lado Milla veio para abrir um novo ciclo! E acabou tornando-se um espaço que eu sinto-me a vontade para escrever sobre o meu dia-a-dia e sobre os assuntos do cotidiano casa/faculdade/trabalho e sobre os meus hobbies; como fotografia, filmes, livros, musicas, séries... 

Nesse novo ciclo, eu conheci outras pessoas-que-escreviam-na-internet e os seus blogs tinham a mesma linha editorial "elas e suas bolhas..." era uma delicia "invadir " o blog dessas pessoas e se deparar com uma crônica muito engraçada de como foi perder pela milésima vez o ônibus naquela semana de provas da faculdade. #quem-nunca?! Hoje fui pesquisar "Minha lista de blogs" e pude verificar que a maioria dos blogs estão desatualizados, abandonados e excluídos...

A maioria dessas blogueiras que "migraram" para o newsletter acabam buscando muito daquilo que a blogosfera não lhe ofereciam mais... Foram poucas as blogueiras que manteram o blog juntamente com as newsletter e outras blogueiras abandonaram o blog para dedicar-se somente a newsletter ... Enquanto leitora, eu fui assinando os feed´s até ficar com a minha caixa de e-mail cheia sem conseguir ler a metade. Desisti da maioria dos feed´s que assinei :(

Escrever-na-internet é um grito no escuro... Porém, necessário. Sou "gente que escreve" mas, confesso que abrir um documento novo no word é sempre "assustador" tenho necessidades de escrever... Tenho desabafos elaborados na cachola que a mente insisti em censura-las e as minhas escritas acabam se perdendo nos "arquivos" da minha falta de memória.






ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):






21 de fevereiro de 2017

Sobre esse tal de "inferno astral".


Faltam algumas horas, exatamente duas horas, para o meu aniversário de 31 anos. Inexplicavelmente, os trinta e poucos... me assustam mais que os meus 18 anos e o inicio da vida adulta. Talvez porque as mudanças que eu espero para o ano que vem sejam (bem) maiores do que as que eu esperava para o inicio da vida adulta.

Talvez porque finalmente fechei ciclos importantes para o meu futuro profissional. Realizei alguns sonhos: Trabalhar com crianças; O meu TCC foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Essa pesquisa, tornou-se um grupo de estudos sobre imigrantes e refugiados, o meu campo de estágio foi na Pastoral do Imigrante. Ano passado, eu terminei as sete matérias que faltavam para eu finalmente me formar em Psicologia.

Talvez porque a chegada do meu aniversário mostra que o ano realmente começou (o primeiro mês do ano costuma ser morno...) Os meus 30 anos já foram e eu ainda não sei se isso é bom ou ruim, embora devesse ser bom. Na semana passada: eu chorei; reclamei; briguei... Sei lá, talvez seja só drama ou o tal do inferno astral e o combo foi a pior TPM de todos os tempos!

"Inferno astral, que representa uma fase na qual nossas energias são derrubadas, 30 dias antes do nosso aniversário. Isso acontece porque o Sol, durante o nosso ano astral começa a caminhar através da última casa do nosso mapa astral, que é um lugar difícil de definir por si só. Esse lugar representa nosso inconsciente, as energias que não conseguimos definir e por esta energia ser, de fato, tão confusa, acabamos atraindo situações, pessoas e acontecimentos que esbarram nessa mesma energia. É uma fase em que podemos ficar doentes, sofrer algumas perdas e as situações confusas e indefinidas acabam por ficarem mais próximas.".

Além do mau humor, o meu notebook teve que ir para a manutenção atrasando algumas postagens já programadas: canção de segunda; Projeto 52 semanas; Teve show dos meninos dos Acústicos e Valvulados que renderia um "diário de chalaça" no minimo interessante...
 
Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5

1 de fevereiro de 2017

03 anos Lado Milla!


Eu nunca consegui responder aquela pergunta cretina “Porque você tem um blog?” Sempre tenho idéia da resposta, mas ela acaba não respondendo o mínimo das minhas próprias indagações. Já tive blog falando sobre musica (falecido Além do underground…) já tive blog para colocar as minhas fotografias (falecido Versos – Monocromáticos) e já tive outro blog pessoal que durou exatamente 06 anos, antes de fazer uma bagunça irreversível que levou ao seu falecimento rs

Há exatamente três anos atrás, eu criei o "Um lado Milla..." esse Blog, veio para abrir um novo ciclo ( e passou por outros ciclos...) escrevi sobre a minha graduação de Psicologia (semestres, estágios e sobre o TCC), quando eu finalmente consegui um emprego de terceirizada e logo depois fui demitida... Além de ser um"blog pessoal" é o meu cantinho na blogosfera para registrar os meus delírios e devaneios com direito há; textos bastante pessoais, algumas crônicas e os meus registros fotográficos. Escrevo também resenhas: livros, filmes e séries.


A blogosfera muda com uma certa freqüência... É verdade, tem neguinho montando blog para se promover “eu sou!” “eu compro!” “eu como!” “eu visto!”. Transformando em parâmetros, regras e convenções que respinga nos blogueiros que assim como eu escolheram montar o blog para falar da própria vida... Um texto bem escrito, uma fotografia no ângulo perfeito, com boa iluminação e sem tantos ruídos e com um conteúdo agradável para agradar primeiro quem escreve e quem é dona do blog… Nesse caso EU! Não estou excluindo os possíveis leitores do meu blog. Sinto-me feliz por cada comentário que recebo aqui, tanto os elogios quanto às criticas. O elogio das fotografias cada vez mais freqüente. O melhor disso tudo é, quando falam um simples “eu me identifico!” essa troca não existiria e não seria tão espontânea se o conteúdo fosse pensado somente em vocês.

Não arrumei nenhuma resposta que me convença o porquê de escrever e de ter criado um blog (do zero!) . Caso eu fosse perguntada, talvez, a resposta fosse essa “- o Blog é a extensão de mim” uma resposta beirando ao clichê mas é bastante convincente.

Quando eu escrevo no blog vejo que eu acabo ultrapassando os meus próprios limites e acabo transformando cada texto banal em algo tão pessoal. É irônico pois, acabo escrevendo mais de mim do que posso suportar lendo. Tenho necessidade de escrever e fotografar para expressar de alguma forma tudo o que sinto e na maioria das vezes eu não consigo falar.



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5


© Lado Milla
Maira Gall