#Be-happy!
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22 de fevereiro de 2018

Vamos mudar?


_Vamos mudar? 

Mudar... Primeiro eu mudei de fase do desenvolvimento humano; bebê, criança, adolescente e jovem adulto... Mudei de idade, os meus 18 anos de idade pesaram muito mais que os meus atuais 30 anos. 

Mudei de personalidade; Ao longo desse tempo fui moldando os meus pensamentos, sentimentos e a minha maneira de agir ao longo dos meus vinte e tantos anos... . Sinto saudades de quem eu era... Embora, eu saiba que não posso voltar atrás. 

Morei em um pequeno apartamento até os 06 anos de idade. Quando eu completei 07 anos, meus pais acharam que eu precisava socializar com as crianças da minha idade... Então, junto com os meus pais eu mudei de endereço; indo morar em uma casa localizada em um bairro cheio de crianças de diferentes faixa-etária. 

Mudei de companhias, colegas, amigos, amores... Descobri um pouco tarde o real significado da frase “Sua melhor companhia é a si mesmo”... E que os melhores aprendizados acontecem de dentro para fora, e não ao contrário como um dia eu pensei. 

Você veio no meio de TODAS essas mudanças. E desde a sua vinda até o seu abrupto "adeus" bagunçou meus pensamentos e sentimentos e bagunçou ainda mais a Life... Depois de um tempo você quis voltar, como se nada tivesse acontecido... Como se nada tivesse mudado, como se ainda eu tivesse no mesmo lugar esperando você voltar. 

Porém, eu mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado é só observar minhas atitudes e verá que, mesmo eu sendo eu mesma, com essa coleção de clichês que me cercam e cercam minhas palavra eu nunca mais serei a mesma.




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21 de fevereiro de 2018

O que você quer de aniversário?


Desde que eu era bem pequena essa pergunta me deixava um tanto sem graça. Primeiro fui educada que, não é de bom tom, ficar pedindo presentes. Outra é que, mesmo quando insistem na pergunta eu nunca sei de verdade o que pedir.

No dia do meu aniversario. O que eu quero? Ah, se já lembrou o dia por mim já está ótimo. Para não dizer que sou totalmente avessa aos presentes gosto daquele em forma de “lembrancinhas” não é algo caro. Mas é algo simples que fez a outra pessoa lembrar-se de você. É gratificante ver que uma pessoa parou para pensar e criar alguma coisa para você, ao invés de só pegar alguma coisa pronta. Acho uma coisa legal de se ver. Mostram que se importam. Mas, admito que,gostaria de ganhar meus presentes em dinheiro para assim poder comprar minhas “bugigangas”.

“Mesmo que não veja muito sentido em aniversários. Parabéns? Parabéns pelo quê? Por sobreviver mais um ano? Um dia para as pessoas serem legais com você? Compensar todos os 364 dias do ano que sequer lembraram seu nome? Talvez pra tentar ser convidado pra sua festa ou sabe-se lá.”

Esse ano, meu aniversario cai em uma Quinta-Feira. Vou usar esse dia para me concentrar, ter um dia meu mesmo, como sugere os aniversários... Talvez maratonar alguns episódios do FRIENDS comendo uma panela de brigadeiro... e Manter os pensamentos leves. Eu acredito que, isso atrai energias boas o ano todo. 

Fazer aniversário nesses dois primeiros meses do ano funciona como um ano novo com 365 dias de novas possibilidades... Costumava gostar dos anos pares, bem mais que, os anos ímpares. Porém, o ano de 2016 foi tão "caquinha" Que tenho medo de continuar afirmando isso... Uma coisa é certa: não espero presentes de ninguém! Talvez o meu maior desejo de aniversario. É aquele trecho da canção da Vanessa da Mata: Quero só noticia boa/ Quero paparicações no meu dia, por favor,/ Brigadeiros, mantras, música/ Gente vibrando a favor/.


1 de fevereiro de 2018

04 anos!


A minha vó fala uma frase que aprendeu com a minha bisavó... E ela sempre repetia quando respondia sobre o tempo; "Quem olha para tempo não faz viagem...". Porém, eu insisto em olhar o tempo... contar os dias e dividir os anos em dois semestres. Olhar para o tempo, lhe dá uma falsa sensação de controle.

No mês de Dezembro, tivemos Blogmas2k17 com 31 postagens especiais de Fim de Ano com temas referentes as comemorações de natal/ano novo e as reflexões/metas para esse ano. Já no primeiro mês desse ano, eu tirei umas merecidas férias da blogosfera. E desde então, estamos em ritmo de ressaca nos textos aqui do blog.

Eu insisto em olhar o tempo... Porque hoje o Lado Milla completa 04 anos. Esses quatro anos também podem ser contados em: 1.462 dias, 209 semanas, 48 meses e 08 semestres. É coisa pra c*ralho! 

Eu posso contar a minha vida antes e depois de ser blogueira. Em 2002, quando eu tinha 16 anos, entrei oficialmente pra blogosfera, quando criei o Minha Vida como ela é, esse blog era hospedado gratuitamente em um site jornalístico. Eu já escrevia umas 3ou9 linhas contando sobre as minhas mazelas de adolescência e colocava aqueles gifs piscantes. Depois do Minha Vida como ela é, que era hospedado no comunique-se/blog-se (essa plataforma não ficou tão famozinha). Esse blog durou dois anos a hospedagem era bastante precária para ter muitas mudanças... Naquela época, eu adorava conhecer blogs novos e pesquisar imagens piscantes e acessórios para colocar no meu blog... Porém, não suportou a maioria das minhas mudanças... E mudar era praticamente regra na blogosfera dos early 2000s. Aliás, a coisa toda era muito diferente naquela época. 

Meu primeiro blog foi criado em um computador de  mesa barulhento e freqüentemente super aquecido, Que ficava em uma escrivaninha recém- comprada de madeira num sábado depois das 14h, que é quando a gente pagava pulso único entre uma ligação ou outra dos meus pais para os parentes e familiares. Meu primeiro blog foi criado, o Minha Vida como ela é é cria da internet discada.

Naquela época, eu era uma leitora assídua do blog da Liliane Prata que era hospedado no site da Uol eu nem sabia que ela tinha seguido a carreira de escritora e chegou a ter uma coluna na revista Capricho. Eu fiz algumas tentativas de montar um blog nessa plataforma e criei o mylinda.zip.net que era a plataforma gratuita da UOL. Nessa época, o Mylinda sofria mudanças drásticas praticamente TODA a semana. Começava a semana com o template da Hello Kitty e terminava a semana com o template do seriado Gilmore Girls que eu comecei a assistir alguns episódios nessa época... 

Na maioria das vezes, eu errava o HTML e tinha que mudar o template inteiro #putz! Em uma dessas mudanças... eu encontrei um template em tons pastéis e a imagem que ilustrava era de uma criança vestida de bailarina e embaixo estava escrito "Dançando com os meus sonhos e ilusões...". Eu me apeguei tanto nesse template que ele ficou até o finalzinho do blog Mylinda em 2008.


Nessa época, surgiu as primeiras amizades na blogosfera... A maioria dessas amizades tinham o blog hospedado no blogger/blogspot ou estavam migrando para essa plataforma. A plataforma gratuita da UOL estava bastante zoada nessa época... E acabei criando outro blog. Em 2008, depois de uma looonga conversa no messenger com a minha amiga virtual na época, ela também era blogueira eu criei o Versos em Bossa... 

O Versos em Bossa... já éra mais moderninho. A gente já tinha banda larga e, com muita paciência, já conseguíamos fazer coisas como assistir vídeos online ou baixar músicas inteiras em menos de um dia. Esse blog também era hospedado no blogger/blogspot antes das atualizações de 2010. A linha editorial daquele blog era escrever textos pessoais e colocar as minhas fotografias que eu tirava na minha maquina digital que era a coisa mais moderna daquela época. Esse blog durou 06 anos. No inicio do ano de 2014 eu estava bastante chateada por ter excluído o Versos em Bossa... 

Porém, aquilo que parecia ser o fim foi apenas o início de um novo ciclo para mim na blogosfera. 

Um lado meio Milla... que depois ficou somente Lado Milla veio para abrir um novo ciclo! Em 2014 eu escrevi sobre os acontecimentos da life e sobre a roda viva que carrega os nossos sonhos para lá... Nesses últimos quatro anos a faculdade deu uma guinada, os sonhos foram realizados em formato de estágios obrigatórios, teve estagio especifico que virou GETEP e transformou-se no meu TCC que foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Escrevi bastante sobre os livros que estou lendo... As musicas que eu estou vindo e os shows que de vez em quando rendem um "diário de chalaça".
 

A Milla que criou este blog era bastante diferente da que escreve este textão hoje. Eu gosto de acreditar que a blogosfera contribui bastante para isso... A blogosfera despertou em mim a necessidade de escrever sobre as coisas que aconteciam na minha vida e percebi que tem coisas que só sai da gente por escrito... A ironia disso tudo, é que eu acabo escrevendo mais de mim do que posso suportar lendo... É, a gente fica cara-a-cara com os nossos demônios. Em 2014 a faculdade de Psicologia deu um giro de 260° fui admitidada para trabalhar como terceirizada para ser demitida três meses depois... Escrevi sobre os meus últimos semestres da graduação. Em 2015 escrevi sobre o meu TCC e sobre as sete últimas matérias da graduação. No ano passado, eu contei um pouco sobre como foi a minha formatura.

Aprendi a organizar os meus pensamentos e a controlar a minha ansiedade enquanto escrevo...

  • Realizei sonhos... Fui em shows memoraveis daqueles que você precisa contar para alguem o quanto aquele momento significou para você... 
  • Desabafei em cartas que escrevi aqui por não ter coragem em enviar aos devidos destinatários... 
  • Superei limites. Na maioria das vezes "os limites" que nos foram impostos na verdade não existem...
  • Aprendi que eu posso me surpreender comigo mesma quando eu acredito no quanto eu sou capaz de realizar os meus sonhos e objetivos.
E o blog sempre esteve lá. Eu gosto de pensar que os blog´s registraram as partes mais importantes da minha vida... Onde o importante era registrar "Um lado..." da história. Um pouco da história que ficou esquecido pelas prioridades, que preferiu ficar em "Hiatus" diante do caos, mas sempre ali.

Eu escrevo por necessidade! Eu preciso escrever para espantar os meus "demônios interiores..." Preciso "arquivar", momentos e histórias para não esquecer... Preciso re-lêr essas postagens arquivadas para que eu possa me sinta melhor, por ter vivido esses momentos descritos e principalmente de ter superado esses momentos de alguma forma. Eu não consigo mensurar a importância da blogosfera da Camyli adolescente para a Camyli de hoje, com trinta e poucos anos.... Eu acredito que TODO o processo foi importante de alguma forma na minha vida , e isso se reflete aqui.

A Blogosfera mudou muito nesses últimos tempos... Mas, eu já confessei nessas linhas que eu não saberia me encaixar nesses parâmetros, regras e convenções da blogosfera atual. Isso me afeta de alguma forma, quando eu escolho ter um blog para escrever sobre a minha vida... O Lado Milla é um blog pessoal nesta internet de likes e relevância e redes sociais.


No dia 1° de fevereiro de 2014 eu procurava "um novo ciclo..." na blogosfera. Hoje eu percebo que eu consegui registrar aqui um dos melhores momentos da minha vida. Nesses 4 anos o Lado Milla foi, é e sempre será muito importante pra mim. Aqui eu fiz bons amigos, aprendi bastante, consegui  administrar o meu tempo e a minha ansiedade. Dividi um pouco de mim com o mundo e recebi muito amor de volta. E, por isso, eu sou eternamente grata. Ao blog. E a vocês.






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19 de janeiro de 2018

Aquele com os primeiros episódios do F.r.i.e.n.d.s



Friends: É uma premiada sitcom americana criada por David Crane e Marta Kauffman e apresentada pela rede de televisão NBC entre 22 de setembro de 1994 e 6 de maio de 2004, com um total de 236 episódios. A série girava em torno de um grupo de amigos que vivia no bairro de Greenwich Village, na ilha de Manhattan, na cidade de Nova York. A série foi produzida por Bright, Kauffman, Crane Productions em associação com a Warner Bros Television. Os produtores executivos originais foram Crane, Kauffman e Kevin S. Bright, com muitos outros a serem promovidos posteriormente.


Eu devia ter uns 15 anos quando ouvi falar de Friends pela primeira vez. A minha amiga Elisa tinha um "site-pessoal" que escrevia sobre o seriado Friends e as suas músicas e imagens favoritas... Nessa mesma época, meus pais fizeram uma assinatura da TV acabo, fiquei feliz com a possibilidade de assistir alguns episódios desse seriado na TV. Conheci outras séries nessa época (Gilmore Girls, Full House...) e cheguei assistir alguns episódios e as maratonas do canal Wharner Channel. Quando eu finalmente assinei a Netflix, eu comecei a assistir as séries antigas dos anos 90 até o ano 2000 driblando com as minhas dificuldades indisciplina & ansiedade em assistir séries. 

Na minha primeira pesquisa no catálogo de séries/filmes da Netflix eu encontrei o seriado Friends. Lembro-me, que na época eu fiquei bastante entusiasmada e um pouco nostálgica de ver alguns episódios desse seriado. Porém, eu não consegui passar nem da metade do episódio piloto. Na minha memória afetiva, eu acabei não lembrando da"risada de fundo"e isso incomodou bastante para continuar assistido essa série. 
Na semana passada, ao verificar pela milésima vez o catalogo de séries e filmes da Netflix. A capa do seriado Friends praticamente "pulou" na tela do Notebook.. Então, eu percebi que não poderia mais ignorar e nem dar desculpas esfarrapadas para não assistir esse seriado. À partir do momento que eu comecei assistir os primeiros episódios, eu sabia que não ia mais dar para parar. Passei o final de semana inteiro no meu quarto entre a cama e o sofá assistindo Friends.


Quando eu assisti os primeiros quinze episódios da 1° temporada de Friends. Eu tive aquela estranha sensação Por Que eu não vi essa série antes? Claro, Gilmore Girls vai continuar sendo a série da minha vida e O.C e Gossip Girl vai ser sempre as primeiras séries que fiz maratona na Netflix... Ano passado, quando eu estava assistindo os episódios da série How I Met Your Mother eu evitei entrar nos grupinhos de discussão comparando-o com Friends por acreditar que não existe comparação com seriados de épocas tão diferentes.

Agora eu estou assistindo T02:EO6 - "Aquele com o bebê no ônibus" e começo a perceber que não dá mais pra ficar sem a Rachel e o Ross. A Mônica e o Chandler. A Phoebe. O Joey. Aquele grupo de amigos (im)perfeitos que me fazem companhia nos fins de semanas mais solitários.



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1 de janeiro de 2018

1/365 - 2018!

Primeiramente, feliz ano novo! É assim que começamos a primeira postagem do ano? Estou aqui "hibernando" depois de almoçar as sobras das comilanças do Reweiom... Como virou tradição aqui em casa, fiz novamente a minha famosa torta salgada. Não querendo ser metida, a torta ficou linda e principalmente deliciosa!


Passei o Reveiwon em casa com meus pais e meus avós maternos. Com direito a comilanças e bebidas.... Eu, mãe e vó fomos á Beiramar  para ver  os showzinhos de musica  enquanto esperavamos os fogos...

Nos ultimos segundos de 2017 esperando os fogos e os estouros de champannhe... Eu tomei banho de champanhe e isso costuma ser um bom presságio para o proximo ano.... E os pensamentos continuaram positivos para os próximos 365 dias desse ano de 2018. As ultimas postagens do mês de Dezembro foi cheio de retrospectivas... O ano anterior, foi um ano bastante pacato. Porém, necessário fechei ciclos importantes na life e vivi intensamente os 365 dias desse ano.


Já passei outros Reveiwons; Animados, Divertidos, chorosos.... Esse ano,a Beira mar, teve aquele espetáculo de vinte minutos de queima de fogos e eu estava lá, admirando toda aquela vibe de fim de ano. Agradecendo por todos os momentos maravilhosos e outros momentos nem tão bons assim... Esse ano eu estou realmente confiante no clima “ano novo, vida nova…”.

Há três anos, eu continuo fazendo o mesmo pedido “Vamos combinar uma coisa; surpreenda-me que eu te surpreendo.” e esse pedido continua se concretizando desde então...


Registrando os ultimos momentos de 2017






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6 de dezembro de 2017

BLOGMAS #6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.




Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






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27 de novembro de 2017

Registros & Aleatoriedades


Estou um pouco preguiçosa para preparar a minha câmera para fotografar. No final de semana eu estava fuçando aplicativos de fotografia pelo celular no Play Store e encontrei o Instamini que é um aplicativo que imita o formato da camera Polaroid e deixa as suas fotos com o estilo de fotografia antiga.

Uma "Selfie" para não perder o costume...  Essa eu tirei quando cheguei em casa depois do almoço com meus pais.


Eu morro de amores pelo acessórios do Mickey e da Minnie desde  o dia em ganhei uma Minnie de pelucia quando eu tinha 08 anos de idade... A loja da Riachuelo fez uma promoção com camisetas e acessórios da turma do  Mickey e comprei essa camiseta que é o meu xodózinho hehehe.



Eu ganhei um cachorro da raça Pinsher ele ja tinha  nome antes mesmo de vir aqui para casa... Fernandão é o meu "chicletinho" ciumento que não deixa a Mallu a pinsher nossa cachorrinha do meio se aproximar de mim nem o Teddy o Lhasa Apso o nosso cachorrinho mais velho...

No final de semana ele gosta de passear de carro  só fica bastante nervoso com as motos barulhentas. 


Segunda - Feira é dia de treino! No caminho da academia eu encontrei essa florzinha amarela adorei a composição crua da fotografia...


Para começar o treino 10 min de esteira para começar a suar...



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9 de novembro de 2017

Self image 2017

Inspirado nesse post aqui.


Estou com 31 anos, faltam três meses até que este número mude. Meus cabelos estão cada vez mais grossos e saudáveis, de modo que,  eu não estou encontrando fios dos meus cabelos caindo no box. O comprimento  do meu cabelo esta maior que no inicio do ano e a cor é castanho avermelhado que estou  conseguindo manter sem muita dificuldade.

Tenho uma cicatriz irritante na coluna, porque aos 13 anos eu fiz uma operação na coluna por causa de uma escoliose que não me incomodava desde então... Todos os dias alguém me perguntava sobre essa cicatriz deixando-me um pouco chateada. Aprendo cada vez mais a ter orgulho das minhas cicatrizes...

Acredito que a minha personalidade vive em uma constante dialética de construção e desconstrução. Na maioria das vezes não é fácil, confesso. Eu gosto muito do meu mundinho... E costumo reagir mal com pessoas invasivas. Já sofri muito com as opiniões dos outros. Posso ser uma pessoa difícil de lidar. Embora, isso não seja o que eu sou estaticamente. Existem dias em que eu não sinto vontade de sair do meu quarto, da mesma forma que existem aqueles outros em que eu preciso ver gente  me colocar para o mundo, para todos me verem, me ouvirem e me perceberem.

Eu tenho orgulho das minhas cicatrizes...Quero olhar as minhas experiências com mais serenidade, todas elas, como neutras e válidas é um aprendizado constante.

Minha alimentação caminha para uma re-educação alimentar: Não consigo comer algo muito gorduroso, muito condimentado e apimentado sem passar mal tenho refluxo que foi se agravando com o tempo e passo mal quando exagero nesses alimentos. A passos lentos e graduais, estou me alimentado melhor e não estou sentindo tanta asia. Aprendi a gostar de treinar três vezes na semana na academia. Gosto de saber que estou trabalhando o músculo e a mente. Gosto de sentir músculos que eu não sabia que eu tinha. Me sinto culpada por ter demorado a me acostumar a treinar na academia. Pois, teria evitado algumas dores musculares pelo sedentarismo. Eu luto diariamente contra a preguiça do fim de tarde para fazer o meu treino de 1h e voltar suada. Porém, renovada!

E por falar em estar, sinto-me mais confortável com o meu corpo do que jamais senti antes. Ganhei alguns quilos nos últimos dois anos, mas ainda assim sinto-me em paz com a imagem externa que tenho. Preciso correr na Beira-mar,ver gente, ouvir as ondas por alguns minutos e sentir o vento no meu rosto... Perceber a pequenez das minhas reclamações diárias.

Consegui distinguir com mais clareza os meus objetivos, a graduação em psicologia me sugou um pouquinho cada semestre. Porém, eu pude viver  momentos que me fez perceber que fez todo sentido a sensação de ser sugada para que eu pudesse dar o melhor do meu conhecimento a cada semestre. A pressão que eu mesma coloco em mim me incomoda muito mais do que qualquer pressão exterior. Tenho ao meu lado pessoas incríveis, mas não mais tão numerosas quanto outrora. Não que as pessoas tenham me abandonado, eu que talvez não as considere mais tão incríveis. Talvez seja o momento atual. Talvez seja o fato de que a pessoa que eu sou não se encaixa mais com elas. Talvez seja esse o curso natural da vida. E eu sofro demais com isso...

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1 de novembro de 2017

Aquela dos 30...




O que é um adulto? Uma criança de idade.
Simone de Beauvoir

Inicio do ano eu fiz 30 anos.

Sempre achei que pessoas com 30 anos eram adultas, sérias, responsáveis, donas de si mesmas, que iam para seus trabalhos igualmente sérios e adultos, usando terninhos femininos, chatas e comportadas.

Achava que eventualmente eu ia acabar me tornando essa pessoa. Achava que não tinha pra onde correr. Era o que ia acontecer e pronto.

Quando eu era uma criança remelenta de 10 anos a minha mãe tinha 30 anos. Minha mãe com 30 anos já estava vivendo uma vida de adulto "casada, morando em uma casa própria e empregada...". 

Eu com 30 anos sou a pessoa menos 30 anos que já conheci. E se quando mais nova, eu sentia necessidade de mostrar maturidade, hoje, aos  30, já não sinto mais.

E então é justamente agora, aos 30, que sinto a total liberdade para ser ainda mais menos 30. Detesto tudo o que é afetado demais. Não suporto chatice. Me recuso a ser alguém que eu não gosto nem nos outros, imagine então em mim. 

Não quero ir a jantares elegantes. beber vinho. Não quero conversar sobre filhos, casa, casamento, trabalho. Não quero comprar roupa na loja conceituada e cara. Não quero ir em reunião de condomínio. Não quero ir ao banco. Não quero saber o que está na moda. Não quero visitar salão de beleza três vezes por semana. Não quero fingir ser uma pessoa que não sou. Não quero me sentir no tédio na minha própria companhia. 

O que eu quero é depilar as minhas pernas e continuar me sentindo bem quando eu não consiga manter a depilação em dia. Quero maratonar as séries preferidas na Netflix até amanhecer. Quero comprar uma blusa dos Minions. Quero chorar e gritar em um show de uma banda de rock alternativo. 

Quero cutucar a minha amiga quando passar um cara bonito. Quero me identificar com Rori Gilmore. Quero pintar o cabelo de vermelho. Quero usar lente colorida. Quero pintar as unhas uma de cada cor. Quero decidir as coisas em cima da hora. Quero viajar pra Disney. Quero mudar de idéia e opinião todo dia. Quero rir de piada suja. Quero passar o final de semana bebendo cerveja barata com os amigos enquanto fazemos competição de arroto. 

Quero ser impulsiva, inconseqüente, irresponsável, esquecida.Quero aceitar todas qualidade e defeitos que formam quem eu sou e que ao longo desses  30 anos eu tanto aprendi a amar e a respeitar. 

Eu renego a Camyli que achei que seria aos 30 anos. Essa Camyli vulgo Milla NUNCA me pertencerá. Nem aos 30, nem aos 40, nem aos 50... 

E ainda bem!



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© Lado Milla
Maira Gall