14 de dezembro de 2017

Semana 37: O que, de melhor, o mundo virtual te trouxe/traz?


Nesse ano, eu comecei a refletir sobre como é ser alguém que escreve em Blog. E tudo de bom que a blogosfera me trouxe nesses dez anos desde o primeira vez em que escrevi as primeiras linhas e apertei no "publicar". Ultimamente eu não tenho escrito muito sobre a minha vida ou como as blogueirinhas escrevem americanizado para ficar mais chique "life-style" estou escrevendo sobre os livros que estou lendo e as musicas que ouço com frequência e as séries que estou maratonando ou vendo algum episódios para passar o tempo... Isso não seria TÃO possível se eu não percebesse o que mundo virtual me trouxe/traz de melhor:
 
Séries: Desde 2016, eu posso afirmar que sou viciada em séries. A internet que me permitiu entrar em um relacionamento sério com elas. Para ser mais exata, eu me apaixonei pela Netflix e a variedade de séries/filmes e musicais no catalogo chamando para fazer uma maratona de madrugada...





12 de dezembro de 2017

Semana 36: Morro de preguiça de...

Adivinheeeeeem quem deixou de escrever os posts sobre o projeto 52 semanas??? Euzinha!! Felizmente o blog é meu e a gente pode fazer de conta que isso nunca aconteceu. Mas então vamos lá…O Desafio 52 Semanas propõe falar de preguiça e quem me conhece sabe que esse é o meu sobrenome hehehe e escolher os top 5 foi dureza… mas me esforcei e tá aí as coisas que eu morro de preguiça…




Acordar cedo: Desde que eu me conheço por gente EU ODEIO ACORDAR CEDO! No fundamental até a 5° série eu consegui estudar no periodo vespertino. Na 6° série em diante, incluindo os três anos do ensino médio começou o tormento de estudar no periodo matutino... A minha faculdade era no periodo matutino então eu me obriguei a acordar cedo toodos os dias... não que eu gostasse  disso a minha Pós-Graduação (2018!) será no periodo integral....

Socializar: Sabe aquele evento/balada/show que TODO mundo vai somente para "fazer uma social..."  Nãooo... Sempre tem carinhas e gurias também que nem curte o tipo de musica do ambiente e ne sabe o que ta fazendo lá #cortaoclima 

Puxar assunto: Eu sempre fico sem jeito em "puxar assunto...". Na  maioria das vezes que eu puxava assunto com alguem eu atraia gente babaca para perto de mim

Sair quando não estou com vontade ou para lugares que não curto: Sair nessas ocasioes, exige uma mínima produção que seja. Aí, rola aquela preguiça de se arrumar e se dedicar para ir a um lugar que você sabe que não vai curtir – seja pelo ambiente, pela música ou pelo seu ânimo mesmo. Já desisti de sair 5 min antes e outras vezes ponho a culpa na preguiça e nem saio de casa. Essa preguiça acontece muito nos eventos que eu chamo de “programa de índio familiar”… 

Gente chata: Já conheci pessoas chatas por ter a péssima idéia de ter "puxado assunto" uma unica vez na vida... e outras pessoas muito chatas que sempre estão querendo desabafar contando seus problemas e despejando opiniões cheia de preconceitos que ninguém pediu ...





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Blogmas #12: Unboxing Turista Literário - Tartarugas até lá embaixo


Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.
No site há a aba "dica do livro", onde eles dão pistas sobre o livro do mês. E para o mês de novembro as dicas eram: 1) Livro lançado na primeira quinzena de outubro; 2) Escrito por um autor muito querido pelos leitores; 3) Se passa nos dias de hoje.

Sinopse: A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). 

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Capa

Livro:Tartarugas até lá embaixo

Autor: John Green
Editora Intrinseca






O que veio na malinha do mês?



➡️ Item para estimular a visão 👀Livro: Tartarugas até la embaixo- Jonh Grenn

/kamilla.neto


➡️ Item para estimular o olfato👃 Criamos  uma vela aromatica com o cheiro do refrigerante preferido da Aza . Dr Pepper, que é uma espécie de Coca Cola sabor cereja parecido com o Chery Coke dos anos 80 - 90

/kamilla.neto

➡️ Item para estimular o 👐 Cofre de Cereais do Sr. Davis - Materializamos a caixa de cereais que o Sr Davis curiosamente usa para guardar suas economias. Será esse segredo para ser um bilionário? Quem sabe assim você também começa a poupar e um dia chega lá!

/kamilla.neto


➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝Estojo ou case- Não é preciso  estar no ensino médio como a Aza para aproveitar  este estojo com a arte exclusiva para nós turistas 

/kamilla.neto

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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.




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11 de dezembro de 2017

Blogmas #11: Entrevista com o autor: Jonh Grenn




Como você quis descrever Indianápolis, onde você nasceu e agora vive?

JG: Minha esposa, Sarah e eu vivemos lá há 10 anos e eu adoro isso. Eu queria escrever sobre isso do jeito que penso que a maioria dos adolescentes se relaciona com suas cidades natais - eles têm um certo carinho pelo lugar de onde são, mas eles vêem com grande clareza o que há de errado com o lugar de onde eles são.

De onde veio essa história? Como você chegou com a idéia de ter um bilionário fugitivo para impulsionar a ação?

JG: Eu queria escrever uma história de detetive sobre um detetive cujo transtorno cerebral não o ajuda. Porque há tantas histórias de detetive sobre pessoas obsessivas que são detetives brilhantes por causa de sua obsessão e minha experiência com obsessão tem sido mais ou menos o oposto completo. Eu queria escrever uma história de detetive onde o enredo continua sendo interrompido pela incapacidade dessa pessoa de viver no mundo da maneira que ela quer. E então eu precisava de algum mistério grande, um tanto fantástico. Eu também queria escrever sobre as formas em que diferentes tipos de privilégios se cruzam na vida das pessoas e as formas em que eles te cegam.

Você foi extremamente aberto ao falar sobre suas próprias lutas com doença mental. Como foi escrever sobre o tipo específico de TOC e a ansiedade que você sofre?

JG: Eu tive que escrever com uma distância suficiente de mim mesmo para que isso fosse OK, para que eu me sentisse seguro. E então, Aza tem um foco diferente de suas preocupações obsessivas e dos comportamentos que ela usa para gerenciá-los. Ainda não posso falar diretamente sobre minhas próprias obsessões. A palavra gatilho se tornou tão amplamente usada na cultura popular, mas qualquer um que experimentou um ataque de ansiedade sabe o quanto eles o querem evitar. Foi realmente difícil, especialmente no início, escrever sobre essa coisa que era uma parte tão importante da minha vida. Mas, de outra forma, era realmente empolgante porque sentia que se eu pudesse dar forma ou expressão, eu poderia olhar para isso e eu poderia falar sobre isso diretamente, em vez de ter medo disso. E uma das principais coisas que eu queria fazer no livro era mostrar quão solitário pode ser viver com doenças mentais e também o quão difícil pode ser para as pessoas que estão à sua volta, porque você acaba se isolando.
Você enfatiza a idéia de que não há cura mágica para doenças mentais ao longo do livro. Por que foi importante para você transmitir essa mensagem?

JG: Nós realmente gostamos de histórias que envolvam a conquista de obstáculos e sejam sobre a vitória sobre a adversidade. E eu também adoro essas histórias. Só que essa não foi a minha história com doenças mentais e eu realmente não queria que fosse a da Aza. Para mim, não é algo que eu espero vencer na minha vida. Não é como uma batalha que eu espero ganhar. É algo com o qual eu espero viver e ainda ter uma vida plena.

O que te inspirou a usar as Tartarugas até lá embaixo - uma anedota que ilustra o problema com uma regressão infinita - como uma metáfora para a luta de Aza?

​JG: Eu amo essa história. Quando o ouvi pela primeira vez, eu era estudante universitário. Eu pensei que era sobre o quão estúpida é a superstição e como a ciência é certa e todos os outros estão errados. E agora percebo - ou penso agora - que esse não é o ponto da história. O ponto da história é que o cientista está certo, mas a velha disse que o mundo está apoiado em tartarugas por todo o caminho infinitamente, ela também está certa. Ambos estão certos, porque, obviamente, o mundo é uma esfera - não sou como um terraplanista ou algo assim - mas o mundo também são as histórias que contamos sobre ele. As histórias que contamos são importantes. Elas moldam o mundo real e moldam nossas vidas reais. Então, isso é muito útil para mim ao pensar sobre porque eu gosto de escrever e ler. Mas também é muito útil para mim, ao me lembrar de que eu tenho alguma escolha ao moldar minha própria experiência. Mesmo que eu possa ir por longos períodos de tempo onde eu não tenho controle sobre meus pensamentos e isso é assustador e desestabilizador para meu senso de si mesmo, eu tenho escolha na história da minha vida.

​Seus livros são lidos por pessoas de todas as idades. Mas como você se sente sobre a importância de incorporar questões como a doença mental em livros para jovens adultos?

JG: Eu acho que houve muitos bons livros jovem adulto sobre doenças mentais ao longo dos anos. Para mim, uma das razões pelas quais eu gosto de escrever livros jovem adulto é porque adoro compartilhar uma prateleira com os outros livros jovem adulto que estão sendo publicados agora. Eu apenas acho que é um momento realmente maravilhoso na literatura jovem adulta. Eu também gosto de escrever sobre adolescentes porque eles estão fazendo coisas pela primeira vez e é realmente intenso. E uma das coisas que eles estão fazendo pela primeira vez é fazer as grandes perguntas sobre o sofrimento e o que as coisas significam e se ter um significado é inerente à vida humana ou é algo que devemos construir.

Como você sente que este livro se encaixa na conversa atual sobre saúde mental e o impulso de muitos para desestigmatizá-la?

JG: Eu acho que algum progresso foi feitos na desestigmatização da doença mental. Penso que ainda há muitos estigmas no local de trabalho. Acho que infelizmente ainda há muitos estigmas em torno da contratação. Eu não sou um psicólogo, definitivamente não sou um especialista nestas coisas, mas um dos problemas com a estigmatização é que isso gera um isolamento. E eu realmente espero que possamos continuar a derrubar isso porque lembro-me de como eu sentia no ensino médio e era uma grande parte do que o fazia tão difícil de suportar.

Este é o segundo livro consecutivo que você escreveu a partir de uma perspectiva feminina. O que você acha mais desafiador sobre escrever personagens com os quais você não se identifica diretamente?

JG: Bem, sempre é um desafio. Qualquer personagem é uma espécie de pulo em empatia. Toda vez que você escreve da perspectiva de um personagem fictício, você está imaginando o que é não ser você. E essa é uma das coisas que eu amo sobre a escrita de ficção porque eu senti como uma fuga do meu cérebro, o que muitas vezes não é um lugar muito agradável de se estar. Espero que [Aza] pareça real às pessoas.

E você também teve essa grande amizade feminina entre Aza e Daisy neste livro.

JG: Sim, eu realmente queria escrever sobre amizade. Eu queria escrever sobre todos os diferentes tipos de amor que podem sustentá-lo e apoiá-lo. O amor romântico é aquele em que nos concentramos mais em nossa conversa cultural e certamente é muito importante para muitas pessoas. Mas para muitas pessoas, outros tipos de amor são os mais importantes. Quando eu estava no ensino médio, era o amor de meus amigos que me fez continuar.

Tartarugas até lá embaixo é o seu primeiro livro desde o enorme sucesso de A Culpa é das Estrelas. Você pode falar sobre sua experiência escrevendo após esse sucesso?

JG: Enquanto eu sentia como se estivesse escrevendo uma continuação, eu não estava escrevendo. Foi uma experiência maravilhosa e um privilégio incrível de ter tantas pessoas respondendo a esse livro tão gentilmente. Isso significou muito para mim, mas também significou que, quando eu comecei a tentar escrever novamente, senti como se houvesse pessoas olhando por cima do meu ombro e isso tornou [escrever] impossível por um longo tempo. Eu acho que era impossível por uma variedade de razões. Eu também acho que tive um período de má saúde mental, que acontece às vezes. Honestamente, senti que talvez eu não escrevesse outro livro e eu tinha que estar bem com isso.

​Você pode me contar um pouco sobre como você coloca tantas referências literárias em seu trabalho? Qual é o processo?

​JG: Nesta história, eles vieram ao longo da escrita ou, em alguns casos, antes. Algumas coisas foram aproveitadas de tentativas falhas anteriores de escrever um livro. Mas, como essa frase, em Ulysses, onde Molly Bloom diz: "O Jamesy me deixe sair disso", é algo que eu disse na minha própria vida para qualquer coisa que sinto que está me forçando a pensar esses pensamentos intrusivos. Isso é algo que eu disse milhares de vezes na minha cabeça ou em voz alta.

​Há algum autor de Jovem Adulto no momento que gostaria de destacar como merecendo mais atenção?

JG: O livro de Angie Thomas O Ódio que Você Semeia está recebendo muita atenção, mas deveria ter mais. Deve ser um livro que está sendo lido, penso eu, em todas as aulas de ensino médio no país. É um livro tão especial. Eu acho que vai ser lembrado da mesma forma como hoje falamos agora sobre Vidas sem rumo. Há também um livro chamado Piecing Me Together de Renee Watson, que é um olhar brilhante sobre o papel que a arte desempenha na vida dos jovens, mas também todas as diferentes maneiras que a raça, gênero e privilégio se cruzam na vida de uma jovem realmente extraordinária. Eu tenho pensado nesse livro sem parar nos últimos seis meses.

​O que está no seu radar? O que você está lendo agora?

JG: Acabei de terminar Little Fires Everywhere por Celeste Ng, que é incrível. É tão bom. Você lê as primeiras seis páginas e você fica “isso vai ser muito bom!”. E é muito bom do início ao fim.


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10 de dezembro de 2017

BLOGMAS#10: Mudar...


_Vamos mudar? 

Mudar... Primeiro eu mudei de fase do desenvolvimento humano; bebê, criança, adolescente e jovem adulto... Mudei de idade, os meus 18 anos de idade pesaram muito mais que os meus atuais 30 anos. 

Mudei de personalidade; Ao longo desse tempo fui moldando os meus pensamentos, sentimentos e a minha maneira de agir ao longo dos meus vinte e tantos anos... . Sinto saudades de quem eu era... Embora, eu saiba que não posso voltar atrás. 

Morei em um pequeno apartamento até os 06 anos de idade. Quando eu completei 07 anos, meus pais acharam que eu precisava socializar com as crianças da minha idade... Então, junto com os meus pais eu mudei de endereço; indo morar em uma casa localizada em um bairro cheio de crianças de diferentes faixa-etária. 

Mudei de companhias, colegas, amigos, amores... Descobri um pouco tarde o real significado da frase “Sua melhor companhia é a si mesmo”... E que os melhores aprendizados acontecem de dentro para fora, e não ao contrário como um dia eu pensei. 

Você veio no meio de TODAS essas mudanças. E desde a sua vinda até o seu abrupto "adeus" bagunçou meus pensamentos e sentimentos e bagunçou ainda mais a Life... Depois de um tempo você quis voltar, como se nada tivesse acontecido... Como se nada tivesse mudado, como se ainda eu tivesse no mesmo lugar esperando você voltar. 

Porém, eu mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado é só observar minhas atitudes e verá que, mesmo eu sendo eu mesma, com essa coleção de clichês que me cercam e cercam minhas palavra eu nunca mais serei a mesma.




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9 de dezembro de 2017

BLOGMAS#9: Registros & Aleatoriedades #02



Estou um pouco preguiçosa para preparar a minha câmera para fotografar. No final de semana eu estava fuçando aplicativos de fotografia pelo celular no Play Store e encontrei o Instamini que é um aplicativo que imita o formato da camera Polaroid e deixa as suas fotos com o estilo de fotografia antiga.

Almoço de Segunda 


Na segunda-feira almocei no shopping para visitar uma amiga da facuh... Depois disso teve uma corrida maluca de taxi atrás de um banco para pagar o taxista hehehe
Dieta 


Devezenquando nós fugimos da academia....Mas, da dieta jamais. Comidinha light da mamãe.


Decoração de Natal - parte 1



Adoro fotografar a decoração de natal das casas...Essa é da casa da amiga da minha mãe

Decoração de Natal - parte 2



Sou apaixonada por essas arvores de natal gigantes! Aqui em casa sempre foi arvores de natal pequenas... Essa foi no consultório médico de um exame que eu não consegui fazer. 

Turista Literário


O Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.
 Jonh Grenn



O livro do mês de Novembro/2017 foi o livro recém lançado do queridinho Jonh Grenn.
Arrumando a Juba



Ter uma momis cabelereira ajuda a manter a cabeleira bonita.... #ficaadica.

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8 de dezembro de 2017

Blogmas#8:M° Eduarda

Inspirado nesse site

Conheço a Mª Eduarda desde o dia que ela nasceu prematuramente no dia 8 de dezembro de 2000 e desde então, cultivo por ela uma admiração ENORME e, um orgulho tamanho do universo! E só por estar contando tudo isso aqui, me sinto uma pessoa muito sortuda. Por ter tido, esse privilégio de poder estar ao seu lado e de ter acompanhado e ainda estar acompanhando passo a passo do seu desenvolvimento.

Se eu fechar os meus olhos, ainda consigo ver a menininha com 3 anos correndo para o meu quarto para pegar o Piu-Piu duas vezes maior que ela e mesmo assim ia arrastando ele pela casa... Agora, essa menininha estará completando 15 anos no mês de dezembro desse ano. Parece que foi ontem… Que te ensinei que coca-cola era o melhor refrigerante HAHAHA

Eu vi essa garotinha falando as primeiras palavras… E inventando muitas delas. Um dia nós estávamos assistindo a novela que a menina tinha síndrome de down: 

_ Myla a moça bonita tem “silibibibade”

_ Silibi… O que?

Foi comigo, que ela aprendeu a usar gloss labial (com quatro anos...) nessa época eu comecei a trabalhar e tinha cartão da farmácia que descontava do meu salário. Metade dos descontos do meu salário era com besteirinhas de crianças e os gloss que ela tratava de me lambuzar todo final de semana mas, e eu sempre me diverti muito com a minha“…” ela não deixa falar o apelido fofo dela, enfim…

Foi para você que confidenciei o meu maior sonho. Que é trabalhar com crianças e algum dia ter o meu próprio consultório de psicologia infantil cheio de brinquedos... lembro que, tu ficavas entusiasmada com os meus devaneios, mas, eu estava te ensinando a voar ALTO pequena! E a não ter pressa de crescer...

Hoje em dia, quando vejo você "minha pequena" quase ordeno mentalmente para alguma força divina"Não vai crescer ninguém!" mas, você precisa criar asas, e além disso, você precisa sonhar (como um dia também eu sonhei...) precisa crescer para realizar tudo aquilo que você um dia sonhou e alcançar novos vôos... 

Minha "cúzinho" ops! vou apanhar... saiba que, sempre estarei aqui quando precisar de uma cúmplice para cometer loucuras (tatuagem e pirceing só depois dos 18!) brincadeirinha... Pensei em terminar essa carta dizendo o clichê "conta comigo!" mas, quero te segurar em meus braços como eu segurava aquela garotinha bolachuda de anos atrás, e ter a sensação mesmo que, por alguns segundos... de estar te protegendo desse mundão. Mas, ao mesmo tempo quero ver você voando cada vez mais ALTO e chegando cada vez mais longe e realizando os seus sonhos.



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7 de dezembro de 2017

BLOGMAS #7: 1° semana de Blogmas2k17


Nos ultimos dias do mês de novembro, eu quis dar continuidade na Blogagem especial de final de ano que participei no ano passado juntamente com Blogmas2k17 será 31 postagens especiais de Fim de Ano com temas referentes as comemorações de natal/ano novo e as reflexões/metas para o próximo ano. Juntamente com uma galera que vai tentar e vamos nos ajudar divulgando lá no grupo do Sweet Luly no Facebook

Por ser a primeira semana no Blogmas2k17 não senti a pressão por ter que escrever todos os dias o pessoal do grupo do Sweet Luly ajudam bastante tanto na divulgação quanto nos comentarios carinhosos e atenciosos dos integrantes.

LINKS DA SEMANA


BLOGMAS2K17: BLOGAGEM ESPECIAL DE FINAL DE ANO Aqui na Blogosfera, essa tradição já tem seu próprio nome: Blogmas! Os blogueiros fazem postagens com temas referentes as comemorações de natal. Nesse mês de Dezembro, voltaremos com o desafio de fim de ano! E juntamente com Blogmas2k17 será 31 postagens especiais de Fim de Ano com temas referentes as comemorações de natal/ano novo e as reflexões/metas para o próximo ano.


BLOGMAS #2: JÁ É NATAL... Em Dezembro teremos 31 postagens especiais de Fim de Ano com temas referentes as comemorações de natal/ano novo e as reflexões/metas para o próximo ano. Nada mais justo o blog ter uma "roupinha natalina" também.


BLOGMAS #3: MEMÓRIAS NATALINAS: As minhas melhores memórias natalinas aconteceram na infância: Eu fazia uma lista dos possíveis presentes que eu gostaria de ganhar no natal (bicicleta, sorveteria da Barbie, Ken, walkman, Discman...); Na escola tinha apresentações com musicas natalinas e as lembrancinhas que eram feitas pelos alunos; Na televisão aconteciam os filmes clássicos e o especial da Xuxa de Natal.

BLOGMAS #4: MUSICAS NATALINAS... .a TAG "Canção de segunda..." nessa primeira Segunda Feira do mês de Dezembro é colocar musicas que nos ajudem a entrar no clima natalina.

BLOGMAS #5: LIVROS SOBRE O NATAL Dezembro chegou! E com ele, o Natal se aproxima! Se você, assim como eu, adora entrar no clima de datas comemorativas e festividades lendo um bom livro sobre o tema, esse post é a sua cara. Selecionamos 5 livros lindos que trazem à tona a temática natalina em suas mais diversas formas. Confira nossa seleção, emocione-se e prepare-se para o Natal!

BLOGMAS #6: PROJETO: (+) 12 LIVROS QUE LI EM 2017 No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017 e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



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6 de dezembro de 2017

BLOGMAS #6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.




Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






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© Lado Milla
Maira Gall