14 outubro 2017

Os melhores (remakes) e novelas Argentinas exibidas no Brasil


Chiquititas: é uma telenovela brasileira produzida pelo canal argentino Telefé, escrita pela autora Argentina Cris Morena com a ajuda de autores brasileiros. Foi uma adaptação da original Argentina, tendo cinco temporadas.

    

Chiquititas 2000 é a sexta temporada da versão original da telenovela Chiquititas. Escrita por Patricia Maldonado e idealizada por Cris Morena, a trama foi produzida e exibida originalmente pelo canal argentino Telefe entre 2 de maio até 17 de novembro de 2000. No Brasil, a novela foi exibida pelo SBT de 20 de agosto de 2007 a 18 de janeiro de 2008.

A 6° temporada seria adaptada para o Brasil e já estava em pré-produção quando foi cancelada após desavenças entre Cris Morena e Telefe, e pela já baixa audiência no Brasil. Foi comprada em 2000, mas somente exibida pelo SBT em 2007. A intenção original era dar continuidade à quinta temporada de Chiquititas Brasil.

  
Floribella é uma telenovela brasileira produzida pela Bandeirantes e as empresas televisivas Cris Morena Group e RGB Entertainment, cuja exibição ocorreu entre 4 de abril de 2005 e 12 de agosto de 2006 em 344 capítulos, sob duas temporadas. Escrita por Patrícia Moretzsohn e Jaqueline Vargas, é inspirada na telenovela argentina Floricienta, de Cris Morena.

   
Na época, a novela Floribella teve tanto sucesso que foi comparado com o sucesso de Chiquititas idealizada pele mesma autora Cris morena. Eu já era grandinha porém, a minha prima era fanática e ficou muito feliz quando comprei a "bamba da sorte" que era o tênis da personagem.
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Casi ángeles (br: Quase Anjos) é uma série infanto-juvenil argentina, produzida pela produtora Cris Morena Group e RGB Entertainment, transmitida originalmente pelo canal argentino Telefe entre 21 de março de 2007 e 29 de novembro de 2010. Chegou ao fim contando com quatro temporadas. A trama foi idealizada por Cris Morena, a mesma criadora de Chiquititas,Rebelde Way e Floricienta, e foi escrita por Cris Morena, Gabriela Fiore e Leandro Calderone.


   


No Brasil, a novela estreou a partir de sua segunda temporada (exibindo apenas um compacto de 2 episódios de seu primeiro ano) na Band no dia 15 de março de 2010, substituindo Isa TKM no horário das 20h15. A partir do dia 26 de abril de 2010, passou a ser exibida desde o primeiro capítulo. Em virtude da cobertura da Copa do Mundo 2010, foi suspensa durante um mês, voltando ao ar com capítulos inéditos na faixa matinal, no dia 28 de junho. A segunda temporada terminou no dia 24 de dezembro, mas passou a ser reprisada a partir do dia 3 de janeiro de 2011 numa versão compactada. A reprise chegou ao fim no dia 6 de maio.

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13 outubro 2017

As melhores novelas infantis da Televisa que ja foram exibidos pelo SBT



A Televisa é uma cadeia de redes de televisão mexicana fundada em 1951 por Emilio Azcárraga Jean. Anteriormente conhecida como Televisión Independiente de México e Telesistema Mexicano, possui quatro emissoras: FOROtv, Canal 5, Gala TV e Las Estrellas. A última é responsável pela exibição das produções de teledramaturgia desde 1958. 
Na década de 1980, a rede deu prioridade aos roteiros venezuelanos e cubanos de Inés Rodena e Caridad Bravo Adams. Mais tarde, telenovelas infantis começaram a ser produzidas, tais como Carrusel, Alcanzar una estrella e Azul. Assim, a Televisa voltou a investir em textos para crianças e adolescentes.


Carrossel (Carrusel): é uma telenovela mexicana que foi produzida pela Televisa e exibida em 375 capítulos.Baseada em Jacinta Pichimahuida, la Maestra que no se Olvida, tem por argumento a história de uma turma de crianças do 2º ano do Ensino Fundamental da Escola Mundial. Juntos, eles descobrem os prós e os contras da vida e procuram resolver seus problemas com alegria e descontração, sempre com o auxílio e carinho da Professora Helena, que servia como uma segunda mãe para eles.
    


Luz Clarita: foi uma novela exibida em 70 capítulos, A trama apresenta Daniela Luján e Ximena Sariñana como protagonistas infantis e Verónica Merchant e César Évora, como protagonistas adultos, com atuações juvenis de Aitor Iturrioz e Paty Díaz e antagonizada por Frances Ondiviela e Sussan Taunton.Foi exibida no Brasil pelo SBT entre 4 de janeiro e 5 de abril de 1999, cobrindo as férias da segunda temporada de Chiquititas.




Gotinha de amor (Gotita de amor): é uma telenovela mexicana produzida por Nicandro Díaz González para a Televisa em 80 capítulos, substituindo Una luz en el camino e sendo substituída por El diario de Daniela .




O Diário de Daniela (El Diário de Daniela): A trama tem Yolanda Ventura e Marcelo Buquet (que foi substituído por Gerardo Murguía) como protagonistas adultos, Daniela Luján e Martín Ricca como protagonistas infantis , Monika Sánchez como a antagonista principal e a participação especial de Leticia Calderón.Foi exibida no Brasil pelo SBT, de 3 de janeiro a 24 de abril de 2000, cobrindo as férias da novela Chiquititas.



Amigos para sempre (Amigos x siempre): A trama tem Adriana Fonseca (substituída no decorrer da trama por Lourdes Reyes) e Ernesto Laguardia como protagonistas adultos, Belinda e Martín Ricca como protagonistas juvenis e Rebeca Mankita, Odiseo Bichir e Carmen Montejo como antagonistas principais.No Brasil foi exibida pelo SBT, entre 12 de março e 20 de julho de 2001.



Cúmplices de um resgate (Cómplices al rescate) : é uma telenovela mexicana que foi produzida por Rosy Ocampo para a Televisa e exibida em 132 capítulos A trama apresenta Belinda (substituída por Daniela Luján a partir do capítulo 92), Fabián Chávez e Martín Ricca como protagonistas infantis e Grisel Margarita, em uma história que trata de duas irmãs gêmeas que foram separadas ao nascer. No Brasil, a trama foi exibida pelo SBT, entre 25 de junho de 2002 a 31 de janeiro de 2003 em 140 capítulos, no horário das 19h30min que antigamente eram exibidas tramas para o público infantil.



Carinha de anjo (Carita de ángel): foi uma telenovela mexicana A trama foi protagonizada por Daniela Aedo. Foi exibida no Brasil pelo SBT , de 9 de julho de 2001 a 26 de fevereiro de 2002. Dulce Maria é, como o seu nome, uma doce menina de 5 anos cheia de alegria e bons sentimentos. Com a morte de sua mãe, seu pai, Luciano Larios, afunda em depressão e dor, e decide ficar longe de tudo e todos. Dulce Maria é internada em uma escola de freiras chamada "Rainha da América", ele então parte para o estrangeiro deixando tudo aos cuidados do seu irmão Gabriel , que é um sacerdote.



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12 outubro 2017

Semana 32: Ainda quero aprender:


TOCAR VIOLÃO


Amo shows no estilo "voz&violão".Ameacei algumas dedilhadas... Até que o semestre começou a apertar e o violão está parado aqui em casa até hoje...

CANTAR


Eu fiz algumas aulas de Técnica Vocal mas acho que cantar mesmo tem que ter dom... Canto com a minha voz de taquara no chuveiro mesmo.
APRENDER A FAZER BOLOS


Em um dia desses, Eu estava zapeando os canais da TV aberta encontrei o programa Bake Off Brasil -mão na massa- e fiquei com invejinha de querer fazer aqueles bolos e doces bem elaborados...
ESCREVER 


Claro que sei escrever... Mas gostaria de fazer algumas aulas de "escrita criativa" eu até perdi a vergonha em escrever aqui no blog e escrevi algumas coisas bacanas que podem ser encontrado nos "Arquivos" desse humilde blog hehehe

FALAR FRANCÊS




Eu sempre tive vontade de fazer aulas de francês, mas no ensino médio só ofereciam inglês/espanhol e essas aulas não foram o suficientes para que eu pudesse me virar bem nem inglês e nem espanhol.


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11 outubro 2017

Entrevista com a autora: Becky Chambers ( A LONGA VIAGEM A UM PEQUENO PLANETA HOSTIL)



Becky Chambers segue os passos do pioneiro Ursula K. Le Guin (A Mão Esquerda Na Escuridão e Despossuídos), e inclusive presta homenagem à inventora do ansible, um dispositivo de comunicação interplanetária, em sua obra. A visão feminina e acurada de autoras como Becky e Ursula permite desconstruir velhos clichês e quem sai ganhando são os amantes da literatura sci-fi — de todos os gêneros e espécies. Milhares de leitores em todo o mundo já embarcaram nas páginas desta que é A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil.

Uma das coisas mais visíveis é o escopo da história. Você não se limitou a apenas algumas raças alienígenas ou planetas ou tecnologias, é um mundo cheio de novos conceitos para o leitor explorar. Isso era algo importante para você, concentrar o foco no mundo rico?

​BC: Sim, muito. Nosso próprio planeta tem tantas culturas diversas e diferentes sociedades e idéias diferentes flutuando. Sou muito de opinião que a galáxia em geral, se houvesse outras civilizações por aí, seria igualmente diversificada. Eu queria tornar a experiência tão rica quanto possível. Eu não queria que houvesse duas ou três outras pessoas saindo por aí, queria que fosse um lugar muito vibrante e completo para os personagens explorarem.


Rosemary é uma humana e mais novo membro da tripulação da Andarilha, e ela serve - na moda típica de ficção científica - como nosso ponto de entrada na história. Mas não ficamos só com este ponto de vista por muito tempo, e isso parece uma subversão de um clichê estabelecido. Por que você escolheu ter diferentes narradores?


BC: Eu acho que é mais interessante, honestamente. Se você apenas fica com um personagem, você só obtém seu ponto de vista, e a realidade é sempre subjetiva, sempre com base nos pontos de vista e experiências da pessoa que a examina. Embora eu tenha minhas idéias sobre como funciona a galáxia, eu queria ver isso através de muitas perspectivas diferentes. Eu acho que isso, com sorte, cria um lugar melhor para que o leitor tire suas próprias conclusões sobre o mundo em que esse livro está configurado, porque você está recebendo tantas idéias diferentes sobre isso, ao contrário de apenas uma pessoa dizendo "aqui é assim porque é assim que eu vejo isso ".

E até mesmo os humanos são muito menos unificados do que o esperado. Há o pacifismo extremo dos que abandonaram a Terra, e uma xenofobia das pessoas que ficaram. Eu sinto que não é algo que vemos na ficção científica com muita frequência. Muitas vezes, esta é uma perspectiva humana muito individualista e norte-americana, e diferente é o que a humanidade realmente é.

BC: Isso foi algo que eu tentei fazer também. Eu sou uma grande fã de óperas espaciais em todos os sabores e encarnações, mas a maioria das que tive acesso é de origem norte-americana ou britânica. Sempre me incomodou que mesmo saindo para o espaço o que vemos é a sociedade ocidental como paradigma dominante, e bem, não! Na realidade haveria muitas coisas diferentes. Nós também estamos falando no futuro que a sociedade ocidental como a conhecemos não é mais a mesma coisa, as pessoas são infinitamente mais definidas por que planeta ou navio eles cresceram, e não de que parte da Terra eles vieram. Isso fez sentido para mim, que se estamos falando de algo de centenas de anos no futuro, você não verá as mesmas divisões sociais que temos agora. Seria totalmente diferente.


​Outra coisa interessante foi a inclusão do romance queer de forma muito casual e normalizada. E, infelizmente, isso também ainda é novidade no gênero (ficção-científica).


​BC: Era importante para mim. Sou gay, então é importante para mim escrever futuros em que me sinto bem-vinda. Sempre que alguém está escrevendo ficção científica, eles estão escrevendo o futuro que eles querem ver. Ou se eles não estão, o futuro que querem alertar as pessoas contra. Para mim, é assim que gostaria que o futuro se tornasse. Ter diferentes sexualidades ser um assunto muito discreto e comum era importante para mim incluir.


Cada parte da história, desde o desejo de Lovey [a Inteligência Artificial da nave] por um corpo feminino até a espiritualidade de Ohan, pega um conceito estabelecido de ficção científica, como o android feminino ou o triunfo do progresso científico sobre a religião, e se afasta em uma direção inesperada. Parece que você se divertiu muito com esses clichês, usando-os para escrever algo muito novo e acolhedor.

BC: Eu me diverti muito brincando com essas coisas. Estou construindo a partir de uma vida inteira de Star Trek, Star Wars e Farscape. Estas são todas as coisas que me inspiraram a escrever ficção científica, em primeiro lugar, além da literatura, então entrei com uma cabeça cheia de clichês, perguntando "ok, o que posso ajustar, com o que posso brincar?" foi ótimo, muito divertido.

A história foi comparada a muitas histórias espaciais diferentes, como Firefly, mas uma das maiores diferenças foi que houve uma leveza para o livro. Essa era uma decisão consciente em termos de tom? Ou foi você se divertindo?


BC: Essa coisa de Firefly sempre me faz rir, porque eu não tinha assistido quando comecei a escrever o livro. Para mim, são histórias muito diferentes; É complicado porque estou julgando isso de um ponto de vista completamente não-objetivo. Eu acho que todos eles jantam juntos e a nave está meio caindo aos pedaços, mas além disso, na medida em que a leveza dele vai, era algo que eu fiz com muita intenção. Eu amo a ficção científica de todos os tipos e tons diferentes, mas há uma tendência definitiva hoje em dia para a ficção científica que é muito pesada, se não pessimista, no tom. É muito sombrio, e é compreensível. A narração de histórias sempre reflete os tempos em que vivemos, e estamos vivendo uma era em que estamos lidando com problemas em uma escala planetária. Estamos lidando com questões sociais desagradáveis ​​e feias, e é um momento assustador de muitas maneiras. Eu não acho que seja um acidente que muita ficção científica que estamos vendo tende a ser muito próxima do futuro, pós-apocalíptico ou muito sombrio. Temos medo do nosso futuro, temos medo do que acontecerá depois. Eu acho que é importante ter histórias que refletem o que estamos sentindo no momento, mas é igualmente importante ter histórias que nos dê algo para se ter esperança. Não vale a pena sobreviver se você não está apontando para algo melhor. Foi isso que eu pretendia fazer com este livro. Ele trata de algumas coisas difíceis e há referências a uma história da Terra passada que foi desafiadora, mas a atual linha de tempo é muito "mas nós conseguimos isso, e é por isso que toda essa luta valeu a pena." Eu queria que fosse um livro em que o leitor se sentiu confortável, gostou de estar dentro. Um livro que não fosse como um soco no estômago, mas que fez você querer ser parte desse futuro.



Num assunto semelhante, outro aspecto interessante desta história é a forma alternativa de resolução de problemas. Um dos maiores conflitos da história é resolvido através da apresentação da documentação certa e reflete-se em uma conversa sobre os tipos de jogos desenvolvidos por cada espécie. Os jogos humanos são todos sobre conflito e competição, mas os seres humanos como um grupo, pelo menos na Andarilha, evoluíram claramente além desse ponto. Isso também é parte do seu - embora não seja bastante utópico, certamente acolhedor - futuro?


BC: Sim, as óperas espaciais também tendem a ter um toque militar. Mais uma vez, eu gosto de grandes espaçonaves e armas de laser, tanto quanto qualquer um, mas em termos do que nossa espécie poderia aspirar, não vejo o colonialismo e disputas por território como inevitáveis. Eu não acho que todos os problemas devem ser resolvidos com quem tem as maiores naves e as maiores armas. Às vezes, isso é eficaz, mas é um pouco mais interessante encontrar maneiras diferentes de falar sobre grandes conceitos sem recorrer a violência física.


É muito claro que os personagens estão lidando com esses grandes conceitos de ficção científica em todo o livro, mas estão lidando com isso em pequenos momentos, em suas interações uns com os outros como amigos e colegas de trabalho. É quase doméstico, e isso é renovador, como você disse, dada a cena atual do gênero.

BC: Eu gosto de colocar o leitor nesse contexto doméstico. Essa foi outra coisa importante para mim, que as óperas espaciais sempre se concentram em heróis. Eles se concentram em heróis militares ou em algum tipo de heróis sociopolíticos, seus heróis rebeldes, e eu amo isso, mas acho que isso também é um reflexo de como nossos programas espaciais do mundo real sempre foram. Não vemos espaço como algo de que todos possam fazer parte. Durante os primeiros dias da corrida espacial, você está falando sobre pilotos de teste, a elite militar. Agora estamos à procura de algo muito diferente em astronautas, mas é a elite intelectual. Com o advento do turismo espacial, agora é se você tem dinheiro suficiente. Se você estiver no percentual, você pode entrar no espaço. Nós tendemos a ver espaço como um algum lugar onde só o melhor de nós irá. Eu queria criar uma configuração em que o espaço fosse como um lugar para todos. Esta é uma história sobre as pessoas comuns que vivem dentro de uma sociedade intergaláctica, as pessoas que atravessam o espaço-porto por trás dos heróis, que normalmente não estão na vanguarda da história. Essa foi a minha principal força motriz ao escrever isso.






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10 outubro 2017

TAG: Crianças más da ficção



O pré-requisito para ganhar  PRESENTE nos dias das crianças é o bom comportamento. O Papai e a Mamãe avaliam com muita rigides o comportamento das crianças: Se essas crianças forem boazinhas recebem que pediram em sua cartinha, se essas crianças forem malvadinhas não ganham presente como castigo pelo mau comportamento.

Esse "TOP5" surgiu para avaliarmos o comportamento dos personagens "malvadinhos" da ficção que não vão ganhar presente nesse dia das crianças...

 JUNIOR O PESTINHA 3 (1995)



A terceira parte da trilogia O Pestinha traz o endiabrado Junior em sua fase pré-adolescente. Ele está apaixonado por Tiffany, a garota mais popular e bonita da escola, que nem ao menos sabe que ele existe. O que ela sabe é que outros três garotos (Duke, Blade e Corky) estão interessados nela e para Junior, endiabrado como sempre, eles não passam de rivais. Está armada a cena para uma verdadeira guerra! 

2. SAMARA MORGAN DO FILME O CHAMADO (2001)  



Uma das personagens mais famosas dos filmes de terror, Samara Morgan era pura maldade e matava todos que viam o seu vídeo em um prazo de 7 dias – ela ainda dava o alerta através de ligações que eram feitas após o fim do vídeo.

 3. ELI DO FILME DEIXE ELA ENTRAR (2008)



O filme sueco Deixe Ela Entrar conta a história de Oskar, um garoto que sofre bullying e se aproxima de Eli, uma garota reservada que na verdade – SPOILER – é um menino vampiro mutilado sexualmente há séculos. Apesar de ser um vampiro, Eli defende Oskar de outros adolescentes que faziam mal a ele e não consegue ser tão mal quanto parece.

4. HENRY EVANS DO FILME O ANJO MALVADO (1993) 



No filme O Anjo Malvado, Henry Evans, interpretado por Macaulay Culkin, é um garoto psicopata e assassino que tenta matar sua própria irmã. Só daí já percebemos o perigo da “criança”.

5. DAMIEN THORN DO FILME A PROFECIA 



Damien Thorn é um bebê trocado após o seu nascimento pelo filho natimorto de um embaixador americano. Ao completar 5 anos de idade, sua família começa a desconfiar de suas origens – o que eles não sabem é que na verdade Damien é filho de Satã, destinado a ser o Anticristo.




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09 outubro 2017

Canção de Segunda: Música de Brinquedo



Pato Fu é uma banda brasileira de rock alternativo formada em 1992 da banda Sustados por 1 Gesto, na cidade de Belo Horizonte. Ao lado de bandas como Radiohead, U2 e Portishead, foi considerada pela revista Time uma das dez melhores bandas do mundo fora dos Estados Unidos. Composta atualmente por Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Glauco Nastacia e Lulu Camargo, a banda possui um som que vai do rock alternativo à música experimental, incluindo influências eletrônicas em certas faixas. Entre as músicas que a banda gravou mais famosas estão "Sobre o Tempo", "Antes que Seja Tarde", "Depois", "Perdendo Dentes", "Made in Japan" e "Ando Meio Desligado" (regravação d'Os Mutantes). 




O grupo também é conhecido por ter lançado o álbum Música de Brinquedo, em 2010, um disco tocado somente com instrumentos de brinquedo, com o qual conquistou o Disco de Ouro, em 2011, por seu selo independente Rotomusic, vencedor do Grammy 2011 (The Latin Recording Academy) de melhor álbum de música latina para crianças. Como o próprio nome já revela, o disco foi gravado usando somente instrumentos de brinquedo e miniaturas. A filha de Fernanda e John, Nina Takai, empresta sua voz em algumas faixas do disco que, apesar de não ser propriamente para crianças, brinca bastante com a sonoridade infantil. É composto por 12 regravações de músicas famosas nacionais e internacionais e ganhou grande receptividade do público.



1. "Primavera (Vai Chuva) (cover de Tim Maia)
2. "Sonífera Ilha (cover dos Titãs)
3. "Rock and Roll Lullaby (cover de B. J. Thomas) 
4. "Frevo Mulher (cover de Zé Ramalho)" 
5. "Ovelha Negra (cover de Rita Lee)" 
6. "Todos Estão Surdos (cover de Roberto Carlos)
7. "Live and Let Die (cover dos Wings)
8. "Pelo Interfone (cover de Ritchie)
9. "Twiggy Twiggy (cover do Pizzicato Five)
10. "My Girl (cover de The Temptations)
11. "Ska (cover dos Paralamas do Sucesso)
12. "Love Me Tender (cover de Elvis Presley)


Encontrei a Playlist do album "Musica de Brinquedo" no Spotify:





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07 outubro 2017

Resenha: Filha Das Trevas



Sobre o que é o livro? 


Ladislav Dragwlya, ou apenas Lada, nasceu filha de Vlad Dracul, o voivoda da Valáquia e irmão daquele que comandava o território. Como um homem que anseia pelo poder, Vlad almeja a posição do irmão e, claro, filhos homens para carregar seu legado. Com o nascimento de Lada, não há nenhuma satisfação na relação, mas um imenso desejo da menina de provar o seu valor ao pai.

"Somos aquela árvore, desafiamos a morte para crescer"

Para tal, ela vai tentar ao máximo possível se aproximar do que um garoto faria, diria ou aprenderia, mas isso pode não ser o suficiente. Em 1435, tudo o que uma jovem garota deve fazer é aprender a se portar como uma dama e preparar-se para o casamento e, mesmo que ela saiba manejar uma espada ou consiga ir de um lugar ao outro sem ser vista, o que os homens veem ao olhar pra ela, quando a enxergam, é apenas uma menina.

Com a sombra do irmão mais novo Radu e a vontade de trilhar seu caminho, Lada ficará cada vez mais forte e fechada em si, até que sua vida toma um rumo inesperado e ela terá que se adaptar a uma realidade onde ela é ainda menos do que antes, e onde precisará conquistar o seu espaço de uma forma diferente, com novo aliados. Em um jogo político de domínio, religião e traição, a lealdade a seus valores e sua inteligência podem ser tudo o que ela precisa pra conseguir o que quer.

Vale a pena?

Esse foi o livro que veio na mala do mês de agosto do turista literário. Eu nunca tinha ouvido falar dele e de cara a sinopse me encantou. Porém, a narrativa da história se baseia em fatos históricos... Licença poética de criação... Apresenta personagens e momentos importantes para a Valáquia, os Saxões e o Império Otomano.

Recriando em cima de Vlad, o Empalador e Mehmed, o Conquistador, Kiersten White muda o sexo do primeiro para nos presentear com Lada, e sua incrível jornada em se tornar alguém com renome em um mundo onde mulheres não tinham voz ou querer. Se passando nos anos 1400 e começando na infância dos personagens, época onde historicamente muito pouco foi documentado sobre em quem se baseiam, White também tem mais liberdade para dar solidez à trama ao criar os pilares das relações e da construção de cada um.

Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano... Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história.  Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...



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05 outubro 2017

Semana 31: Quando não tenho nada para fazer, eu gosto de:

A vida de recém-formada está devagar... Estou sentindo falta dos estágios, dos trabalhos no CAPSI . Porém, estou curtindo bastante essa folga, antes de dar o próximo passo (pós graduação).

Esse post faz parte do projeto 52X5 .
Explico melhor o projeto nesse post aqui.



Quando não tenho nada para fazer, eu gosto de: 


Assistir seriado na Netflix:


Fazer uma temporada de filmes em baixo das cobertas é algo que eu gosto muito de fazer quando eu não estou fazendo nada ...

DORMIR:




Amo dormir. (me julguem!) no começo do ano passado (que eu não estava trabalhando...) adorava tirar uma soneca depois do almoço (delicia...) hoje só durmo a tarde no final de semana...

LER:


Ler é bom em qualquer momento principalmente quando não temos nada para fazer...

OUVIR MÚSICA


Eu ouço música o tempo todo, mas também gosto de parar e fazer só isso: fechar os olhos e apenas ouvir. Também gosto de cantar e sair dançando com pouca roupa pelo quarto quando não tem mais ninguém em casa.


VER FOTOS


Hoje, nós não temos mais o costume de ver álbuns de fotos, já que é tudo compartilhado na hora. Mas meu pai sempre gostou muito de fotografia e eu herdei os gostos dele (junto com a falta de talento), então, às vezes, eu abro minha pasta de fotos e vejo tudo. Também gosto de ver fotos de lugares que tenho vontade de conhecer (e ficar sonhando acordada).

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02 outubro 2017

#Canção de Segunda: Paula e Bebeto – Milton Nascimento


Com o coração partido pela separação de um casal de amigos, Milton Nascimento, em sua primeira parceria com Caetano Veloso, cantou no verso da música Paula e Bebeto, “mas no meu canto estarão sempre juntos”. O casal de amigos era Paula que conheceu com 15 anos e Bebeto de 17 anos.

Caetano, Gal Costa e Milton Nascimento – Paula e Bebeto
          




Milton, também conhecido por Bituca, conheceu o casal em uma praça na cidade de Três Pontas, Minas Gerais, no inicio da década de 70. Ao som de uma roda de violão, os dois jovens se aproximaram,ouviram músicas, viraram a noite e ficaram amigos de Milton.

Milton Nascimento – Paula e Bebeto



Sobre essa história de amor, Carlos Alberto Pinto Gouveia (Bebeto) declarou:“a gente quebrava vários padrões na cidade, tanto de comportamento de casal, como de Amizade e de outras coisas que não vêm ao caso”.

Arrasado pela separação do casal, Milton Nascimento, foi até a casa de Caetano e contou a história do casal de amigos. Nesta noite de 1975, Milton pediu ao amigo cantor que compusesse uma letra para a melodia que tinha elaborado com Bebeto anos antes.

A música é um hino ao amor, e se tornou famosa na voz de Gal Costa, foi gravada por Milton, Geraldo Azevedo e muitos outros intérpretes. Paula e Bebeto trata de um amor libertário, de dois amigos e amantes que rompem as barreiras, como vemos no verso 

“eles se amam de qualquer maneira, à vera / Eles se amam é prá vida inteira, à vera”.

Ao mesmo tempo, a dor sentida por Milton na separação, pode ser percebida através de outro verso, 
“eles partiram por outros assuntos, muitos / Mas no meu canto estarão sempre juntos, muito”. 
Assim como o desespero do cantor para que o casal se reunisse 
“pena, que pena, que coisa bonita, diga / Qual a palavra que nunca foi dita, diga”.


Sobre o que em uma relação fica aberto, o que faltou ser falado ao outro. Milton desejava que o casal reatasse, porém o fato não ocorreu. Restou ao músico, ser padrinho dos filhos que Paula e Bebeto tiveram com seus esposos. Outra união, porém pode ser celebrada com a bela musica de Caetano e Milton, ambos se conheciam desde 1966, mas o estilo harmônico de um não combinava com o estilo tropicalista do outro. Paula e Bebeto é a primeira parceria dos dois.

Conheça a Letra:


Paula e Bebeto
Caetano Veloso e Milton Nascimento


Ê vida, vida, que amor brincadeira, à vera
Eles se amaram de qualquer maneira, à vera

Qualquer maneira de amor vale à pena
Qualquer maneira de amor vale amar

Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga
Qualquer maneira de amor vale aquela / amar / à pena / valerá

Eles partiram por outros assuntos, muitos
Mas no meu canto estarão sempre juntos, muito

Qualquer maneira que eu cante este canto
Qualquer maneira me vale cantar

Eles se amam de qualquer maneira, à vera
Eles se amam é prá vida inteira, à vera

Qualquer maneira de amor vale o canto
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá

Pena, que pena, que coisa bonita, diga
Qual a palavra que nunca foi dita, diga

Qualquer maneira de amor vale o canto
Qualquer maneira me vale cantar
Qualquer maneira de amor vale aquela
Qualquer maneira de amor valerá


27 setembro 2017

Entrevista com a autora: Kiersten White (Filha das Trevas)


A história de Lada é realmente única. O que a inspirou a escrever Filha das Trevas?

KW: Eu queria explorar como as pessoas chegam ao ponto em que podem justificar fazer coisas terríveis em nome de objetivos relativamente bons. Sempre me interessei pelo Vlad o Empalador, mas quando imaginei quão interessante seria colocar uma garota para fazer essas coisas - porque, assim como hoje, para competir pelo poder no século 15, ela teria que ser mais implacável, mais brutal, mais do que um homem - tudo na história se encaixou.

Há muitos detalhes incríveis que transportam o leitor para o Império Otomano. Que tipo de pesquisa você fez para descrevê-lo com precisão?

KW: Milhares de páginas lidas. Eu fiz uma pesquisa muito ampla - a história da região, tudo o que aconteceu para tornar o Império o que ele era na ascensão de Mehmed - e também muito específica, lendo todas as biografias de Mehmed O Conquistador e Vlad o Empalador que eu poderia. E então, é claro, as pequenas coisas, como gastar cinco horas pesquisando antigas convenções de poesia árabe ... para duas linhas inteiras em um livro.

Filha das Trevas é uma história complexa com muitas peças em movimento. Qual o planejamento que você fez antes de começar a escrever?

KW: Eu tinha um esboço bastante específico. Eu conhecia a forma do livro e a forma da trilogia como um todo, o que eu acho que você precisa fazer quando faz algo assim. Eu sempre preciso saber para onde meus personagens estão se dirigindo. Eu tinha uma proposta muito completa, detalhando a história e as motivações, assim como o porquê de eu querer contar essa história em particular. Mas você sempre atinge um ponto em que você tem que ir, confiando que seu cérebro está preparando a estrutura que você ainda não conhece conscientemente. É uma das partes mágicas do rascunho!

Filha das Trevas aborda questões modernas em torno de amor, amizade e sexualidade em um período de tempo muito diferente. Essa era a sua intenção com a história?

KW: Sim, com certeza - porque não penso que estas sejam questões atuais. Essas sempre foram questões, mas porque coisas como a vida das mulheres e as pessoas LGBTQIA + são deixadas fora das narrativas históricas, nós não ouvimos falar sobre elas. Eu queria escrever uma história de ficção que não apagasse isso. Além disso, expor as dificuldades entre fé e identidade em um contexto histórico, me deu muita liberdade para realmente mergulhar sem me preocupar com construções modernas.


Filha das Trevas certamente não se afasta da brutalidade e das dificuldades. O que você achou mais desafiador ao escrever? O que você mais gostou?

KW: Os meus pontos fortes naturais na escrita são o diálogo e os personagens. Mas a ficção histórica requer muita descrição para pesar a narrativa e dar aos leitores um sentido de lugar realmente tangível. Então, essa foi definitivamente uma luta para mim - algo que eu tive que trabalhar conscientemente. Estou muito orgulhosa do resultado, mas não foi fácil!

Quanto ao que mais gostei, sempre adoro as interações dos personagens. Fiquei surpresa com o quanto eu acabei amando a Huma, a mãe de Mehmed. Ela é uma daquelas personagens que constantemente me surpreendeu enquanto escrevia suas cenas.


Se você pudesse passar um dia com um personagem de Filha das Trevas, quem seria e por quê? (Você pode assumir com segurança que não haveria tentativas de assassinato ou nada dessa natureza)

KW: Estou tão feliz que você tenha colocado essa condição! Porque sim, estaria super morta nesse mundo. Eu iria com meu querido Radu (depois de crescer). Ele é tão doce e encantador, e você sabe que você teria o melhor dia com ele ao seu lado. Eu até diria Lada, mas mesmo que eu estivesse a salvo das tentativas de assassinato, ainda não gosto das minhas chances em passar um dia com ela fisicamente intacta.

Quais eram seus livros favoritos quando você era uma adolescente? Isso influenciou a sua própria escrita?

KW: Meus primeiros anos de adolescência foram gastos principalmente em séries de alta fantasia. No ensino médio, eu não lia para me divertir, o que refletiu o quanto de mim mesma perdi durante esses anos. Eu não me apaixonei por ler até Harry Potter e isso me permitiu simplesmente ler para ter alegria e entretenimento. Então eu li Crepúsculo, que foi tão divertido que me empurrou para o mundo mais amplo da literatura Jovem Adulta - e me ajudou a descobrir o que era onde eu queria escrever.


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